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  • Queridos Apple e Google: É hora de parar de lançar um novo telefone todos os anos

    Queridos Apple e Google: É hora de parar de lançar um novo telefone todos os anos

    “Não acho que seja sustentável. Mas atualmente, ninguém quer admitir isso. ”

    Artigo de Mark Wilson. Originalmente publicado em Fast Company.

    Você costumava precisar de um novo smartphone a cada ano ou dois. É difícil lembrar agora, mas atualizar para uma nova geração de telefone significava obter acesso a recursos cruciais: a Internet tornou-se navegável, as fotos tornaram-se legíveis e os PDFs tornaram-se abríveis. Houve um tempo, não muito tempo atrás, em que você podia ver os pixels individuais na tela! Imagine isso!

    Mas mesmo os menores pontos de dor e inconvenientes restantes deixados nos smartphones foram lixiviados pelo progresso incremental. O smartphone está bom agora. Claro, seria bom se eles quebrassem menos e a bateria durasse mais, mas o que tínhamos está bom há algum tempo. Nenhuma empresa precisa fazer um novo smartphone a cada ano. Isso inclui Apple e Google, duas empresas que lançam novos telefones em que a câmera é a única grande atualização a se falar.

    “Francamente, é surpreendente que a Apple e o Google não tenham feito nada de importante aqui”, diz Gadi Amit, fundador da empresa de design de sustentação do Vale do Silício, NewDealDesign, dos próximos telefones. “Eles ainda estão lidando com o ciclo de luta de especificações de ontem: a câmera”.

    Atualmente, os novos recursos tendem a vir de software e aplicativos, não de hardware. Mas você não precisa de um iPhone 11 para ver o filtro Snap mais recente. Enquanto isso, a produção de novos telefones tem um custo ambiental impressionante no planeta. Além disso, os consumidores parecem se importar cada vez menos com um telefone “novo”. As vendas de smartphones já estão caindo globalmente e as pessoas estão atualizando seus telefones com menos frequência – para a maioria de nós, um novo telefone é uma compra profundamente dispendiosa.

    Mas existe alguma alternativa ao ciclo interminável de lançamentos de telefones? E se a Apple não houvesse lançado o iPhone 11? E o Google não houvesse lançado o Pixel 4?

    Para os usuários, a vida continuaria. Mas, para as próprias empresas, desafiar a cadência de lançamentos anuais seria um grande risco. “Ninguém quer balançar o barco. Ninguém quer um falso passo como a Samsung, com sua tela dobrável [atrasada] ”, diz Amit. “Mas é uma proposta arriscada. Se você continuar assim, mais um ano, poderá ficar para trás.

    Google’s Project Ara experiment. [Photo: Google]

    UMA LIÇÃO DA INDÚSTRIA DE AUTOMÓVEIS

    Amit trabalhou em vários projetos secretos de smartphones, incluindo uma tentativa ambiciosa de mudar a maneira como os consumidores compram telefones: o Project Ara, do Google. Ara era um telefone modular; a idéia era que você poderia atualizá-lo gradualmente ao longo do tempo, trocando o processador, a câmera ou qualquer número de sensores, como trocar peças em um quebra-cabeça que poderia parecer super-retorcido.

    Em teoria, um telefone modular seria melhor para os consumidores, que poderiam facilmente substituir componentes para manter o telefone funcionando e atualizado. E seria melhor para o meio ambiente, porque menos telefones novos seriam fabricados a cada ano. Mas, crucialmente, Ara também parecia viável do ponto de vista comercial.

    “Quando trabalhamos no telefone Ara, uma estatística incrível [nos deparamos] foi, eu acho, um terço do lucro na indústria automobilística vem de atualizações e opções. Portanto, a noção de modularidade não era benevolente. É também a frivolidade de atualizações e acessórios. Você pode comprar o telefone básico mais barato, mas gasta US $ 150 em uma câmera sofisticada que não tem certeza de que precisa. E isso é realmente muito lucrativo ”, diz Amit. “É o que está acontecendo com os carros. Você entra em uma concessionária para comprar a Toyota de baixo custo. . . então você gasta US $ 5.000 em cima disso. ”

    No entanto, o telefone modular mostrou-se bastante difícil de fabricar e incerto o suficiente para comercializar, portanto o Ara acabou sendo congelado em 2016. Notavelmente, a Motorola teve algum sucesso com uma plataforma de telefone semi-modular, chamada Motorola Z, no México e no Brasil, onde smartphones de baixo custo são populares. Mas seu escopo é muito mais conservador do que a visão de Ara.,

    O SMARTPHONE COMO ASSINATURA?

    Existe outra maneira de as empresas desenvolverem um modelo de negócios que alivie parte da pressão para vender aos consumidores um novo telefone a cada ano ou dois? Quando fiz essa pergunta a Frank Gillett, vice-presidente e diretor da firma de analistas Forrester, ele sugere que outra abordagem esteja em ordem. “Se você pensa no [telefone] como acesso ao nosso eu digital, isso começa a parecer um serviço”, diz ele.

    O que Gillett sugere é que, em vez de comprar um novo iPhone ou Pixel, você pode assinar um contrato mensal (robusto!) Com a sua operadora de telefonia. E por um custo, talvez de US $ 100 a US $ 200 por mês, você recebe um telefone com garantia, serviço de voz e dados, aplicativos inclusos e muito espaço para armazenamento de suas fotos, vídeos e contatos. Depois, você pode pagar mais ou menos, dependendo do telefone que deseja (talvez uma opção boa, melhor ou a melhor).

    Frank Gillett aponta para a Amazon, que meio que apoiou esse modelo na Prime, oferecendo tantos serviços sob o mesmo guarda-chuva – e vendendo hardware altamente subsidiado para alimentá-lo.

    Mas vender aos consumidores uma assinatura de smartphone em vez de um novo telefone parece levar a acordos ruins para os consumidores – um cenário glorificado do aluguel por conta própria. Além disso, para os fabricantes de smartphones, o modelo de assinatura pode não ser financeiramente atraente. Uma assinatura pode fornecer receita estável, mas não necessariamente muito lucro no final do dia. “Você vende um iPhone 10 por US $ 1.000, já existem US $ 400 a US $ 500 em lucro [ou mais]. É muito difícil conseguir de US $ 400 a US $ 500 em assinaturas ”, diz Amit, que destaca que os aplicativos de assinatura de música, que dividem lucros com terceiros, provavelmente não oferecem à Apple as margens que o hardware oferece.

    E sinceramente, a Apple (e até certo ponto o Google) já retirou esse serviço extra e a receita de assinatura de seus usuários! A Apple possui o iCloud, uma nova assinatura de aplicativo, toda a sua App Store, para a qual são cobrados 30% da receita, um cartão de crédito e opções de garantia – além de ganhar dinheiro vendendo caixas e substituindo baterias e telas de vidro.

    Apesar da falta de uma alternativa óbvia ao ciclo de atualização anual, um acerto de contas está chegando à indústria de smartphones. Eu argumentaria que o Google e a Apple sabem disso. A Apple lançou recentemente o iPhone 11 a partir de US $ 700 – que era notavelmente US $ 50 mais barato que o custo XR do iPhone, quando comparado ao ano anterior. O Google anunciará seu Pixel 4, que vazou pesadamente, amanhã, mas a empresa também está desenvolvendo silenciosamente alguns eletrônicos para durar a longo prazo. Você vê isso predominantemente em seus projetos Home, como o assistente Home Mini. A equipe de design do Google enfatiza formas e cores que não se chocam ou substituem a velha geração de assistentes domésticos.

    Mas quando se trata de smartphones, parece que nem a Apple, nem o Google, nem nenhum de seus concorrentes estão diminuindo a velocidade – ou perdendo a chance de destacar um concorrente, mesmo da menor maneira possível.

    Apesar da falta de uma alternativa óbvia ao ciclo de atualização anual, um acerto de contas está chegando à indústria de smartphones. Eu argumentaria que o Google e a Apple sabem disso. A Apple lançou recentemente o iPhone 11 a partir de US $ 700 – que era notavelmente US $ 50 mais barato que o custo XR do iPhone, quando comparado ao ano anterior. O Google anunciará seu Pixel 4, que vazou pesadamente, amanhã, mas a empresa também está desenvolvendo silenciosamente alguns eletrônicos para durar a longo prazo. Você vê isso predominantemente em seus projetos Home, como o assistente Home Mini. A equipe de design do Google enfatiza formas e cores que não se chocam ou substituem a velha geração de assistentes domésticos.

    Mas quando se trata de smartphones, parece que nem a Apple, nem o Google, nem nenhum de seus concorrentes estão diminuindo a velocidade – ou perdendo a chance de destacar um concorrente, mesmo da menor maneira possível.

    “Você tem falta de inovação de um lado e um fenômeno de pessoas serem mais conscientes do meio ambiente, fazendo perguntas sobre isso [do outro lado]”, diz Amit. “Não acho que seja sustentável. Mas atualmente, ninguém quer admitir isso. ”

  • Os 9 maiores destaques da Apple WWDC 2019

    Os 9 maiores destaques da Apple WWDC 2019

    Confira o que a Apple divulgou em sua última conferência na Califórnia:

    Artigo de Natt Garun. Originalmente publicado em The Verge.

    Na WWDC 2019, a Apple anunciou uma série de atualizações de software voltadas para a família de dispositivos Apple, incluindo o iPhone, iPad, desktops e laptops Mac, Apple TV e Apple Watch. Há também o anúncio do novo Mac Pro, um poderoso dispositivo de computação que não foi atualizado desde 2013.

    Aqui está um breve resumo dos maiores destaques da palestra de duas horas.

    IOS 13 TRAZ MODO ESCURO E APLICATIVOS ATUALIZADOS

    O modo escuro para iOS é oficial. Foi tão bem-vindo que houve um grito audível na platéia. Muitos aplicativos estão recebendo pequenas atualizações: agora também há mensagens de texto passíveis de envio em Mensagens e contatos sugeridos para quando você compartilha coisas com as mensagens mais frequentes. O aplicativo de música também traz um modo lírico que mostra as palavras ao vivo ao lado da música. Os memojis estão recebendo mais ferramentas de personalização, como novas opções de maquiagem, penteados e acessórios.

    Lembretes está recebendo uma grande atualização. Por exemplo, se você marcar alguém em um lembrete, também receberá esse lembrete na próxima vez que enviar uma mensagem para esse contato, quando for hora de conversar sobre o que você anotou antes.

    O Google Maps está recebendo uma atualização muito maior que oferece mais um mapa detalhado e um atalho na página de lançamento que mostra seus lugares favoritos e coleções de lugares salvos. Ao tocar em um lugar, você verá uma foto na parte superior da rua, na qual poderá tocar para ampliar e olhar em 360 graus ou tocar novamente para percorrer a estrada. Há também um modo de enviar sua hora de chegada estimada aos amigos quando você está viajando.

    O aplicativo Fotos agora tem um modo de classificação de fotos que divide suas fotos em dias, meses e anos, para que você possa navegar com mais facilidade pelas imagens classificadas por cronograma. Cada seção é separada por um rolo de destaque ou por fotos / vídeos principais.

    Os desenvolvedores podem acessar uma versão beta do iOS 13 hoje e o público pode testá-la em julho. A versão final do consumidor chegará para todos no outono.

    NOVOS PROTOCOLOS DE SEGURANÇA PARA PERMISSÕES DE HOMEKIT E APP

    Os anúncios de hoje também estão reforçando a segurança de criminosos terceirizados: agora você pode optar por ter apps sempre perguntando se deseja permitir suas informações de localização – todas as outras vezes, o iOS cortará o acesso a esses dados até que um aplicativo precise deles funcionar. A Apple também está criando seu próprio recurso de login único que usa a autenticação de identidade facial do dispositivo para fazer login em diferentes aplicativos e serviços. Você pode até usar para compartilhar ou ocultar seu endereço de e-mail e, se decidir ocultá-lo, a Apple criará uma conta de e-mail aleatória que encaminha as informações do terceiro para o seu e-mail real.

    Também existem protocolos de segurança estendidos para o HomeKit, incluindo um novo modo Secure Video que criptografa as filmagens de vídeo localmente antes de enviar essas informações para a nuvem. A Apple oferecerá 10 dias de gravação sem entrar no seu armazenamento do iCloud. A Apple também oferecerá suporte de criptografia semelhante aos roteadores também, com parceiros como Linksys, Eero e Charter Spectrum.

    SIRI TEM AGORA UMA VOZ MAIS NATURAL, COM NOVOS RECURSOS EM CARPLAY E AIRPODS

    Siri tem uma voz ligeiramente nova. O assistente de voz agora é gerado inteiramente por uma tecnologia neural de texto para fala em vez de uma gravação baseada em humanos.

    Há suporte estendido para o Siri em outros dispositivos da Apple, como o AirPod. Nos fones de ouvido Bluetooth, o Siri pode ler suas mensagens recebidas e permitir que você responda imediatamente. (Nós vamos ter que verificar novamente após o keynote que você precisa confirmar que deseja responder antes do Siri iniciar o ditado de voz, já que a demo sugere que é imediato.) Agora você também pode dividir AirPods se quiser compartilhá-lo com um amigo enquanto transmite conteúdo.

    No HomePod, o orador pode agora reconhecer entre diferentes vozes para respostas personalizadas. Quando se desloca de e para casa, também pode tocar no seu iPhone através do HomePod para transferir o local onde está numa música entre os dois dispositivos.

    Algumas novas atualizações completam Siri: o suporte CarPlay agora é compatível com mais aplicativos de terceiros, como Pandora e Waze, e a Siri pode sugerir atalhos automatizados com base em suas atividades e aplicativos conectados e dispositivos domésticos inteligentes.

    O IPAD RECEBE SEU PRÓPRIO SISTEMA OPERACIONAL

    A Apple agora reconhece o iPad como sua própria plataforma ao transformar o iOS em seu próprio sistema específico para iPad. Mudanças de App no modo Slide Over pode ser acessado apenas arrastando para cima e para o lado ou facilmente dividir a tela arrastando aplicativos lado a lado. Você pode dividir a tela usando o mesmo aplicativo, como visualizar duas notas ao mesmo tempo ou dois e-mails de uma vez para se referirem, por exemplo.

    A visualização de arquivos também parece um pouco mais semelhante ao macOS, com maneiras de navegar pela visualização de colunas e compartilhar pastas no iCloud. Os iPads agora também suportarão pen drives USB ou importações de câmeras a partir de cabos USB diretamente entre os dois dispositivos. Também há alguns novos gestos de edição de texto, como um toque de três dedos para copiar, recortar e colar ou um deslizar de três dedos para a esquerda e para a direita para desfazer e refazer.

    MACOS CATALINA

    Diga adeus ao iTunes: na nova versão do macOS, chamada Catalina, a Apple dividirá o aplicativo em três aplicativos separados para Música, Podcasts e TV. O aplicativo Podcast permite pesquisar o programa e o episódio com base no conteúdo, semelhante ao que o Google anunciou em sua própria conferência de E / S no mês passado. Os aplicativos de TV e Música também se parecem com o que vazou anteriormente, com ícones mais coloridos ao lado que permitem navegar pelo conteúdo por gênero e recomendações.

    O Mac também suporta o iPad como um segundo monitor – oferecendo uma solução para aqueles que queriam uma tela sensível ao toque em seus MacBooks. (Claro, isso requer possuir dois produtos Apple.) A Apple chama esse recurso de Sidecar. O iPad pode ser conectado por meio de conexões com fio e sem fio.

    O iOS e o MacOS logo oferecerão um controle de voz que permitirá controlar tudo, desde abrir aplicativos e ajustar o volume até outras ações, como editar texto. Os ditados de voz são processados localmente no dispositivo sem enviar nenhuma informação de voz para a nuvem.

    Na frente de apps, um novo Find My app agora permite que você pesquise seu dispositivo mesmo se ele estiver off-line usando um feixe de luz Bluetooth que salta de outros dispositivos da Apple próximos ao dispositivo perdido. O Tempo de tela também está chegando ao Mac para impor mais limitações nos dispositivos.

    Por fim, a Apple anunciou o Project Catalyst, uma estrutura que permite aos desenvolvedores portar aplicativos para iPad no Mac (anteriormente chamado de “Marzipan”). Os desenvolvedores podem acessar o Catalyst hoje e apenas marcar o Mac no Xcode para simplesmente estender o suporte para o sistema operacional de desktop.

    SWIFTUI FAZ CODIFICAÇÃO MAIS RÁPIDA

    Outra pequena coisa para os desenvolvedores: o SwiftUI é uma nova estrutura para tornar a codificação na linguagem de codificação da Apple ainda mais rápida. Você pode arrastar e soltar conteúdo diretamente na visualização do aplicativo e começar a criar o código sem a digitação manual. Ele também oferece suporte automaticamente para idiomas internacionais que lêem da direita para a esquerda e, claro, o modo escuro. Você pode até usar essa estrutura para criar vários aplicativos do sistema operacional da Apple, desde o relógio até a TV e o iPad.

    A Apple diz que o produto resultante deve exigir menos linhas de códigos, permitindo que os desenvolvedores adotem novos recursos sem acrescentar muito à sua carga de trabalho.

    UM NOVO MAC PRO CARO ESTÁ AQUI

    O WWDC nem sempre é um evento de hardware, mas isso não significa que os dispositivos não foram anunciados aqui antes. Hoje, a Apple revelou o novo Mac Pro, que foi completamente redesenhado da estética do lixo a partir de 2013. O dispositivo é muito mais angular que parece um pouco mais … como uma cesta de lavanderia? Um ralador de queijo? De qualquer forma. Ele tem alças para cima e recortes ao longo do lado para o fluxo de ar máximo.

    Por dentro, o Mac Pro suporta o processador Intel Xeon com até 28 núcleos e até 1,5 TB de memória. Há seis slots para expansão de memória e oito slots PCI, três portas Thunderbolt, duas portas USB-C e duas portas USB-A. Há muita coisa acontecendo também no departamento de gráficos – o módulo incluído suporta o AMD Radeon Pro 580X ou o Radeon Pro Vega II e pode ser configurado para adicionar até dois Vega IIs. Uma nova placa de processamento suporta até três fluxos de 8K ou 12 fluxos de 4K. Para finalizar a personalização, você pode até adicionar rodas ao shell do Mac Pro para maior portabilidade.

    O monitor é uma tela LCD de 32 polegadas com tela Retina 6K e taxa de contraste de 1.000.000: 1. A Apple chama seu display de “Extreme Dynamic Range”, ou XDR, e pode conectar seis monitores para até 120 milhões de pixels de tela.

    Como você pode imaginar, todo esse poder não será barato. O Mac Pro começa com um Intel Xeon de 8 núcleos, 32 GB de memória e um SSD de 512 GB por US $ 5.999, enquanto o Pro Display XDR é de US $ 4.999. O estande é vendido separadamente por outros US $ 999. Todos estarão disponíveis no final deste outono.

    O TVOS TRAZ O SUPORTE DE MULTIUSOS

    O novo tvOS obviamente receberá suporte para novos serviços baseados em TV que a Apple anunciou em março, mas a atualização também traz uma homepage redesenhada que mostra prévias de programas de TV e filmes, semelhante ao que você pode encontrar no UX da Amazon na TV Fire e Contração muscular. Antes do lançamento do Apple Arcade, a Apple também anunciou que o Apple TV suportará mais acessórios de jogos de terceiros, como os controles do Xbox One e do PS4.

    O novo tvOS também oferece suporte multiusuário para mostrar recomendações personalizadas sobre shows e músicas com base no conteúdo que você consome. A interface de reprodução de música agora mostra as letras ao vivo que acompanham a música, como no iOS 13.

    WATCHOS OBTER A SUA PRÓPRIA LOJA DE APLICATIVOS

    A nova atualização watchOS 6 trará sua própria App Store dedicada que você pode pesquisar através do Siri, rabiscar e ditado de voz. Alguns novos aplicativos específicos da Apple estão chegando ao dispositivo, incluindo um aplicativo de cálculo que pode calcular rapidamente as contas com amigos e um aplicativo de gravação de voz para gravações na hora.

    Há novas atualizações de Saúde e Bem-Estar, como as tendências de atividade de longo prazo de como seus níveis de condicionamento físico mudaram nos últimos meses e ano.

    A Apple também está adicionando o rastreamento do ciclo menstrual ao Watch for female health para receber alertas sobre os próximos períodos e quando suas janelas férteis estão. Há uma nova complicação para os níveis de ruído para indicar os decibéis da sala e dar um aviso se você estiver gastando um tempo prolongado em uma sala que pode prejudicar sua audição. Esse recurso também será disponibilizado no aplicativo Saúde no iPhone.

    Há muito mais a sair da WWDC, por isso não deixe de seguir The Verge esta semana para ver as últimas notícias deste evento.

     

     

  • Sob pressão, a Apple esperneia

    Sob pressão, a Apple esperneia

    A marca que já foi símbolo de inovação vive uma crise de identidade que tem muito a ver com o atual estado de coisas. Será que ela está pronta para se reinventar mais uma vez? E isso é possível sem Steve Jobs?

    Todo dia, o Facebook traz algum momento do nosso passado recente, em sua seção “lembranças”. É estranho como, de tão corrida que nossa vida anda, nossa noção do tempo anda meio bagunçada. Tem coisas que você disse há um ano que parecem uma eternidade. Já outras ditas há 6 anos parecem que foram ditas ontem.

    Pois hoje pipocou na minha timeline uma frase de 5 anos atrás, em que eu dizia:

    Eu devo ser saudosista, mas sinto falta do tempo em que as grandes novidades da Apple eram inovações em novos computadores, Softwares e Sistemas Operacionais e não o tamanho e a cor do próximo iPhone. Já deu.

    Meu diagnóstico devia estar acertado. Anos depois, a Apple, ainda um gigante em vendas, começa a sentir os efeitos de ter se tornado uma marca de luxo, quando todos enxergavam nela uma empresa de inovação. Na verdade, a Apple passou toda a sua história construindo essa imagem. De que era uma marca para quem via as coisas antes de todos. Uma marca que construía tendências. Que chegava antes.

    Do lado de lá do ringue, havia a Microsoft. E a Microsoft abarcava o oposto da Apple. Era a empresa que chegava depois. Que copiava. Que esperava o lançamento do concorrente para soltar sua versão do mesmo produto, de forma piorada e cheia de bugs. Steve Jobs e Bill Gates personificaram, nos anos 90 e 2000, a grande batalha nerd da nossa geração.

    Os próprios comerciais da Apple da época mostravam isso. O gordinho sem jeito da Microsoft contra o carinha cool da Apple. Os micros coloridos e lindos da Apple contra os feiosos e beges PCs. As tentativas da Microsoft de encontrar um sistema no nível do impressionante OS da Apple.

    De um lado, os nerds sem jeito da Microsoft, dançando como idiotas no palco do lançamento dos produtos. Do outro, Steve de gole rolê preta em seus Keynotes, cada vez mais adorado.

    Inovação era o padrão

    Talvez o grande pulo do gato de Jobs tenha vindo quando ele começou a fazer valer sua visão de como a tecnologia se expandiria para nossas vidas além da tela do computador. Quando lançou o primeiro iPod. Quando simplificou a operação dos iMacs ao máximo. E enterrou de vez a concorrência quando mostrou ao mundo o primeiro iPhone. Chegou a um ponto tal, que uma consultoria avaliou que, se a Apple lançasse um produto chamado iCoisa, e que vendesse sem que ninguém soubesse o que era, venderia igual água.

    Gates, por outro lado, deve ter tido momentos difíceis. Tentou emular a maçãzinha em sistemas desastrosos como Windos ME, lançou bombas como o Zune e o Windows Phone. E por fim, resolveu sair da posição de CEO da sua própria empresa.

    E então, a Apple reinou, e reinou bonito. Lançou um objeto de desejo atrás do outro. Imacs passaram por 3 designs diferentes, um mais lindo que o outro. Iphones foram ficando mais e mais completos. Com câmeras cada vez melhores, telas mais impressionantes, funções cada vez mais complexas. Mais do que isso, a Apple criou um novo mercado. A venda de Apps catapultou a companhia para a primeira colocação em valor de mercado.

    Mas o sucesso sempre tem um preço, e parece que a Apple ficou viciada na Apple. Além disso, a prematura morte de Jobs não ajudou em nada.

    Mudança de eixo

    Tim Cook nunca teve a mesma visão que seu antecessor. Foi habilidoso em segurar a marca até aqui, mas já faz tempo desde que a companhia deixou de fazer os queixos do mercado caírem com algum produto tirado dos nossos sonhos. O que ocorreu, sim, foram dúzias de novos iPhones e iPads: maiores, menores, com mais câmeras, com mais tela, com menos notch. E caros. Muito caros.

    A base da empresa foi esquecida. Sua relação com criadores e inovadores, que sempre foram seus melhores evangelizadores, deixada para segundo plano, enquanto a empresa buscava associação com celebridades. O sujeitinho bacana que aparecia nos comerciais tirando um sarro do gordinho nerd da Microsoft não exatamente combinava com a horda de desesperados tentando por as mãos no primeiro iPhone no dia do lançamento, nem com viciados em selfies na frente do espelho.

    Enquanto isso, a concorrência mudou. A Google e seu Android correram por fora, com a vantagem de não estarem restritas a uma marca de aparelhos. O Android se espalhou por todo e qualquer dispositivo, dos celulares às TVs.

    A Amazon expandiu seus tentáculos para a nuvem, criando um ambiente robusto e investindo em dólares recorrentes, ao invés de estar presa a um modelo de vendas.

    A Microsoft, quem diria, mudou silenciosamente. Soltou sistemas mais elogiados. Investiu em inovação. Diversificou. Entrou no mercado de games desacreditada, e fez bonito. Fugiu do padrão de grandes eventos com grandes anúncios, e pulverizou seus lançamentos, de forma que os fracassos de público (e eles existiram) não tivessem o mesmo impacto do passado.

    O mercado ganhou caras novas. Netflix e Spotify entregaram mais, melhor e mais barato do que o iTunes. Serviços de nuvem pipocaram de forma consistente, todos mais eficazes e mais baratos que o iCloud.

    E para piorar o cenário da Apple, os Chineses aprenderam a fazer celulares. Marcas que nem estavam no radar, de repente começaram a incomodar, e foi muito rápido. Huawey, Xiaomi, OnPlus e outras marcas conquistaram o mercado Chinês, onde a Apple reinava, com produtos de qualidade, inovação e, muito importante, preços bem menores.

    https://www.youtube.com/watch?v=RmVAbB3M-4Y

    Resultados sem novidade

    O resultado não poderia ser outro. As ações da Apple caíram com rapidez. As projeções para o futuro não apontam em direções muito melhores. Analistas colocaram os papeis da Apple sob dúvida. O mercado já não é mais o que era antes do lançamento do iPhone. Tudo é muito rápido, tudo é instantâneo.

    Na semana passada, a Apple resolveu mostrar sua reação. A julgar pelo anúncio, deve ter sido decidida numa reunião na terça feira anterior. Porque, após mais um evento que contou com telas maravilhosas e muito glamour, tudo que o mercado tinha eram dúvidas.

    A empresa mostrou seu novo serviço de notícias, cheio de novas publicações, que entrou no ar custando dez dólares mensais, em uma época que as pessoas brigam por informação gratuita. Lançou seu Apple TV +, que basicamente é o Netflix pra chamar de seu. Para provar a relevância do seu serviço, trouxe ao palco Steve Spielberg e Oprah Winfrey, e anunciou outros nomes de peso como criadores exclusivos para seu canal. Anunciou que terá uma plataforma de games, mas não conseguiu explicar qual é realmente o diferencial dela.

    E pontou novamente que se preocupa com a privacidade de seus assinantes, e que não usa nenhum dado deles para publicidade.

    A sensação, pelo menos para mim, é de desespero e correria. O serviço de streaming era esperado pelo mercado. Está atrasado, e vai brigar com concorrentes com mais expertise, como a Netflix, e de mais peso, como a Disney. Spielberg e Oprah são nomes bons, mas no atual cenário, não imprescindíveis nem decisores. A plataforma de games não ficou clara. No que exatamente difere do que temos atualmente?

    Não sabemos preço nem data de lançamento. Não sabemos o quanto os sistemas serão fechados. No dia seguinte já quase não se falava nisso.

    É um grande megalançamento inócuo.

    Outros lados

    Enquanto isso, os micros da Apple bateram à casa do inconcebível em matéria de preços. Vídeos e mais vídeos de youtubers que falam de tecnologia aconselham a troca por opções da concorrência, com mais recursos, mais processamento, e mais baratos. As atualizações do sistema da Apple são quase todas cosméticas. Johny Ive, o incensado designer preferido de Jobs, anda sumido.

    Quando Steve Jobs morreu, deixou no ar a promessa de diversos produtos inovadores que estaria trabalhando. Uma revolução automotiva, uma revolução televisiva, uma nova revolução computacional. Se é verdade que esses planos existiam, ou eles demoraram demais a serem liberados, ou foram atropelados pela inovação de verdade, já que Smart TVs e carros autodirigíveis são realidades, que não parecem precisar da Apple para evoluírem.

    No mercado de inovação, perder o passo tem um custo grande. Ser o segundo, maior ainda.

    Não se deve enxergar a Apple como carta fora do baralho. Uma empresa desse tamanho tem muita gordura pra queimar e tentar dar a volta por cima. A Apple têm o DNA da inovação, mas parece ter perdido o mapa para esse caminho.

    Talvez o caminho nem seja esse, e o destino da empresa seja ficar ao lado de Louis Vuittons, Guccis e Pradas, num Olimpo de marcas premium, onde pessoas pagam 20 vezes mais por um produto, apenas para exibir seu logo. Não me parece que os ventos da modernidade soprem nesse sentido, mas não deixa de ser uma aposta.

     

  • A Apple na Encruzilhada

    A Apple na Encruzilhada

    Quando se fala em gestão de marca, algumas empresas vêm sempre na dianteira. Goste ou não goste da marca, qualquer profissional da área tem que reconhecer que, de uns tempos para cá, a Apple tem sido impecável na condução de sua marca. Não é a toa que chegou onde chegou.

    Boa parte desse sucesso se deve ao perfeccionismo e dedicação quase insanos de Steve Jobs. Com ele, a Apple imprimiu na mente de milhões de pessoas uma imagem de empresa inovadora, que produz produtos bonitos, simples e duráveis. Os conceitos de estética e usabilidade de Jobs estiveram impressos profundamente em cada peça dos produtos da empresa. Mais do que isso. Ele conseguiu criar uma linguagem para apresentar esses produtos. Seus keynotes se transformaram em acontecimentos relevantes para toda a indústria.

    Cada vez que Steve Jobs anunciava que subiria ao palco para fazer algum anúncio, fãs, repórteres e a concorrência paravam de respirar. Qual seria o coelho que o homem tiraria da cartola? Qual o tamanho do gol?

    Bom, como todos sabem, Jobs se foi. E deixou a ingrata tarefa de substiuí-lo para Tim Cook. Que tem se esforçado para manter a bola em jogo.

    Mas não é fácil andar usando os sapatos de outra pessoa.

    O último evento da Apple, onde apresentaram o  esperado iPhone 5, foi o mais decepcionante dos últimos tempos. Dizer que um evento que movimentou sozinho a imprensa do mundo todo e que gerou a compra de 5 milhões de aparelhos logo após foi um fracasso seria uma afirmação de maluco. Na verdade, o evento apenas acendeu uma luz amarela, que se a Apple tiver juízo, já deve ter percebido.

    A verdade é que a Apple tem muito gás pra queimar. Mas o posto que ocupa atualmente é muito dificil de manter. E perder a liderança a essa altura do campeonato pode significar perder o segundo lugar também, rápidamente. Pergunte a empresas como a Nokia, Motorola e Microsoft, que já estiveram lá, e que hoje lutam para recuperar a imagem que tiveram. Algumas apostas erradas e anos de trabalho podem ir para o ralo, de uma hora para outra.

    Quais são os sintomas?

    Quando se trata de uma marca já estabelecida, raramente uma doença é tão fulminante que leva a morte instantânea. É um processo lento, que começa com poucos indicativos, mas que se entra em larga escala, contamina toda a organização.

    Por enquanto, são leves mudanças no cenário. Mas se a Apple desmerecê-las, pode pagar um preço alto:

    O Custo da Expectativa

    A Apple vem surpreendendo sempre, em todas as suas apresentações. Quando não era uma coisa, era outra. Quando seu celular não chamava a atenção, um componente de software o fazia. Quando não tinha um produto novo, mudava radicalmente um antigo. Não foi o que ocorreu desta vez. Apresentaram um iPhone que tem pouca coisa de novo. São mudanças incrementais que, fora o tamanho da tela, não justificariam um auê tão grande. Mais grave, o produto final é nitidamente inferior ao seu concorrente direto, coisa que não é comum na empresa.

    O que deveriam ter feito? Não lançado o produto?

    Não creio. Muito tempo sem um produto novo no mercado não combina com a aceleração da tecnologia de hoje. Talvez mais acertado seria lançar de maneira mais contida, num evento menor ou talvez direto para as prateleiras. Mesmo que o nome não fosse um iPhone 5. Que soltassem o produto com o nome de 4S alguma coisa.

    O próprio iPad passa por um problema parecido. A última versão do tablet apresentou muito poucas novidade além da linda tela retina display.

    Ao longo do tempo, a Apple acostumou o mercado com apresentações grandiloquentes e anúncios espetaculares. Manter o monstro da expectativa sob controle, exceder as previsões não é algo que se consegue facilmente.

    A Apple não é só iPhone

    O mercado de celulares mudou depois da chegada do iPhone. Mas a Apple já vinha numa curva ascendente antes dele. Com os iMacs, Macbooks e com os softwares, ela sempre surpreendeu.

    O Mac OsX é, pelo menos para mim, um marco no lançamento dos sistemas operacionais. Me lembro como se fosse hoje da cara de espanto da plateia ao ver os ícones que pareciam gel, as janelas que se contraíam para expandir a velocidade absurda do sistema, quando vi a apresentação pela primeira vez, num evento.

    Já se passaram 11 anos desde esse lançamento, e ainda estamos na mesma versão 10 do aplicativo. Lógico, ele foi muito melhorado, mas a essência é a mesma. E o Windows 8 (deixando claro, não vi ainda como ele se sai no dia-a-dia  de uma empresa) tem mais cara de novo. Cheira a novidade, traz soluções diferentes.

    Os iMacs não mudam grande coisa há algum tempo também. Por um lado, para proprietários desses micros, é bom, poisé um sinal que eles sobrevivem bem à política de obsolescência programada que a própria Apple usa em seus outros produtos. Mas para o mercado é uma grande âncora. E dá a impressão de que os esforços da companhia estão todos em outra área.

    Meu bem, meu mal.

    Por fim, um problema controverso.

    Ao longo dos anos a Apple construiu um público que toda empresa gostaria de ter. Fiel, apaixonado, pronto para defender sua paixão pelos produtos como se fosse uma religião.

    Durante um bom tempo, esse publico foi identificado (e ajudado pelo marketing da própria empresa) como sendo pessoas sofisticadas, tranquilas e descoladas. A campanha da Apple trazia um sujeito ultra cool usando os produtos Apple em contrapartida com um gordinho trapalhão, que era a síntese do usuário de PC.

    Enquanto esse público esteve em minoria, foi fácil, e até salutar, manter esse estereótipo. O usuário sentia-se como parte de um clube. Como se fosse um dos poucos escolhidos para partilhar um segredo muito importante.

    Quando a maioria do público passa a se sentir assim, a história vira. Todo mundo que comprou um iPod, um Iphone, um iPad ( e não foi pouca gente ) passou a se sentir possuidor por direito do rótulo de MacLover.

    Enquanto os aparelhos apareciam nas mãos de designers, icones da moda, escritores e “formadores de opinião”, era bacana carregar esse rótulo. Agora, me parece que lentamente, está deixando de ser…

    Pagar mais um aparelho quase igual ao anterior? Não é cool.

    Dormir na fila para ser o primeiro a comprar um celular que vai custar 99 dolares daqui há um ano? Definitivamente não é cool.

    Processar a torto e a direito companhias que estão fazendo produtos legais apenas por motivos comerciais? Nem um pouco cool.

    O rótulo de Apple User tem perdido o brilho. Alguns usuários antigos estão preferindo se mostrar abertos a outras marcas do que ostentar títulos como Macfag ou coisa pior.

    A concorrência já sacou isso, e está se movendo de maneira diferente. A Samsung está apostando na comparação direta (os anúncios do Galaxy S3 são excelentes), na integração que pode oferecer por ser uma empresa que produz produtos tão distintos e na abertura que o sistema Android oferece para contra atacar. Além disso, como a Samsung lança seus produtos sem muito estardalhaço, algum fracassos no caminho não são percebidos como “bolas fora”. O Galaxy Note, que eu jurava que não funcionaria, caiu nas graças de uma parcela da população. Não me lembro de um evento feito somente para promover esse produto.

    A Microsoft está construindo um público absurdamente envolvido com sua plafatorma do Xbox Live. Gente que se loga todos os dias, se relaciona de um modo inédito e resolve vários problemas na frente da TV. Não se assuste se a plataforma chegar ao mobile de alguma maneira muito diferente em pouco tempo.

    O Google vem sendo visto como um inimigo pela Apple, e faz questão de fingir que não percebeu. Devem estar rindo de uma orelha a outra com as reações negativas ao sistema de mapas da Apple. Seu Google Plus, no começo visto como uma piada, vem aumentando consideravelmente. Quem sabe o que o futuro reserva. Eles, como a Samsung, não tem medo de colocar no ar algo em modo beta, testar, e se não der certo, arrancar de lá.

    Talvez a Apple precise se lembrar um pouco do seu espírito de empresa que nasceu na garagem. Que preferia ser pirata do que bucaneira. Que experimentava.

    A Apple não precisa ter medo de suas falhas. Precisa é reaprender a errar.