Em 2007, eu achava que estava com a vida completamente definida.
Tinha um bom emprego, estável há um ano, em uma consultoria internacional, que me dava acesso a muita informação, respeito, um local de trabalho pra lá de ideal, e um trabalho bacana e dentro das minhas possibilidades e limites.
Beirando os quarenta anos, com uma família estruturada, eu encarava aquilo como o último e mais alto degrau de uma carreira que eu julgava vencedora. O Brasil estava muito bem, obrigado. Iríamos crescer com certeza, e dali pra frente, era só surfar nas oportunidades que com certeza apareceriam dentro da empresa, e aguardar por uma gloriosa e respeitada aposentadoria em algumas décadas.
Minha confiança era tanta que me transferi junto com família, gato, papagaio e cachorro para São Roque, uma cidade do interior que tornava o deslocamento para a empresa mais fácil. São Roque não era exatamente o mercado mais promissor do mundo para designers, mas e daí? Eu estava garantido.
Faltou combinar com os Russos. Ou melhor, com os bancos americanos. O quebra-quebra de 2008 caiu como uma praga do Egito sobre todas as empresas, e nos inevitáveis layoffs, eu fui um dos que rodei. Era 2009.
E então, estava ali, instalado num mercado nada promissor, longe das agências, empresas e estúdios que poderiam me dar uma nova colocação.
Em toda minha carreira, eu havia passado por duas vezes pela experiência de ser dispensado. Não foi bom em nenhuma. E apesar das chances atuarem totalmente contra mim, eu decidi, tal qual uma Scarlett O’Hara no alto do monte, comendo a última cenoura que restou na fazenda, que eu não ia passar por aquilo de novo.
E resolvi criar a Propósitto.
Para falar a verdade, foi justamente a carência do mercado da pequena cidade da atuação de branding bem pensado que me motivou a dar este passo. Eu via tantos negócios promissores perdendo terreno em meio a um mercado que, no ritmo da internet, mudava com alta velocidade, e não sabiam por onde nem começar a mudança, e pensei que ali seria um nicho interessante.
Como era de se esperar, o início foi porrada atrás de porrada, e nos primeiros anos, o que realmente manteve a Propósitto viva foram os contatos vindos da capital, com demandas vindas de empresas e pessoas que confiavam antes em minha atuação como freelancer.
Mas aos poucos, e às custas de muito explicar, de muito trabalho de networking, uma após a outra, empresas começaram a confiar em nossos serviços. Um pequeno comércio, uma clínica veterinária, uma indústria, e de repente, a empresa já começava a aplicar a vocação que desde o início eu sabia que ela tinha.
A de criar, transformar e gerir marcas para que elas possam competir em um mercado com características únicas. O mercado das pequenas e médias empresas.
De comunicar o valor que essas empresas já geravam, mas muitas vezes não conseguiam apresentar.
De devolver ao empresário o orgulho de ver sua empresa bem posicionada, bem avaliada e percebida pelo seu cliente, pelo seu entorno.
10 anos se passaram, e novos parceiros fazem parte. Uma rede se formou ao redor da empresa.
E olhando o caminho percorrido, não posso deixar de perceber que foram exatamente nesses 10 anos que eu consegui, finalmente, realizar o potencial completo daquilo para o qual me formei. Que consigo enxergar holísticamente o impacto e a abrangência que o branding e o design podem ter na história de uma pequena empresa.
E vejo que não estamos nem perto de pisar no freio, nem estamos em velocidade de cruzeiro, e nem arranhamos a altura de nossas expectativas. Temos pela frente um mercado enorme, carente de soluções modernas, repleto de desafios enormes.
A Propósitto faz essa semana, 10 anos de existência. Em um país em que tantas empresas morrem no primeiro ano, não deixa de ser um feito.
Para comemorar essa data, estamos, pela primeira vez, renovando nossa identidade corporativa. Porque com 10 anos, temos energia, e não tradição. Temos curiosidade, não certezas imutáveis. Somos aprendizes em alguns momenos, e professores em outros.
Nossa realidade mudou, e nossa marca precisa acompanhar esse momento.
É para este mercado que a Propósitto existe. Esse é o nosso verdadeiro PROPÓSITTO. E que venham os próximos 10, 20, 30 anos. Estamos nos preparando e evoluindo constantemente para eles.
Não posso terminar este texto sem agradecer ao Maurício Roma, que se juntou recentemente para multiplicar o nosso alcance. Ao meu filho Chico Teixeira, que sempre foi o combustível e o motivo de tudo. E à Gabriela, que esteve junto no antes e no durante, sem nunca ter sido acessório, e sim, peça principal da história.
Em 2013, a Forbes soltou uma matéria mostrando as profissões menos rentáveis dos EUA. E lá estava o Design Gráfico, em plena terra do Tio Sam, com um dos 8 piores níveis salariais do país.
Na época, o blog da Propósitto tinha o foco muito mais centrado no designer. Hoje, procuramos dar maior prioridade aos assuntos que interessam aos clientes. Escrevi esse artigo na tentativa de entender os porques do descaso do mercado com nossa profissão. E não poderia esperar um resultado tão forte.
Em pouco tempo, mais de 150 mil leituras se acumularam, tornando-o o texto de maior sucesso do blog. E muitos anos depois, ele continuava a ter tração de ferramentas de busca. Prova de que haviam muitos designers correndo atrás das mesmas respostas.
Agora, no mês em que a Propósitto completa 10 anos de existência, resolvi trazê-lo de volta, e talvez voltar a falar um pouco com os designers. Porque de lá para cá, algumas coisas mudaram, algumas para melhor, muitas para pior. Como está a vida do designer hoje?
Resolvi escrever este texto para tentar trazer a discussão para outros focos, e ligar pontos que ficam desconexos. De um modo ou de outro, a mudança desse panorama passa por discussões sérias, onde cada lado vai ter que apresentar argumentos sólidos para convencer o outro. Porque, indo cada um para um lado, como está, não iremos a parte alguma. Eis o que penso:
1 – Se você comprar esse lixo, ele é todo seu
Vejamos. A pesquisa diz que estamos na base da cadeia alimentar. Somos devorados por todos. Estamos entre os primeiros a ser descartados quando a água bate nos digníssimos traseiros de nossos empregadores.
Existe um lado não explorado na matéria, que tem a ver com outra matéria que eu li, semanas atrás. Essa aqui. Ela dá conta de que milhares de pessoas aportando no mercado de trabalho atual tem procurado as áreas da chamada “Economia Criativa”. Áreas que teoricamente são “excitantes”, “vibrantes”, que têm menos regras de conduta, com horários mais flexíveis, em que você pode ser mais você. Setores como games, software, audiovisual, moda, editoração e mídia, e é claro, DESIGN.
Isso transformou o setor numa certa meca, um local de sonhos, onde as empresas mais parecem clubes, cheias de gente interessante, inteligente, com valores pessoais tão grandes… E dura, sem grana.
É preciso que se saiba, que estamos entre as áreas mais demandadas da economia atual. O design exerce um papel cada vez maior da escolha de compra do consumidor. Em alguns casos, é o fator central. Milhões e milhões de dólares são feitos sobre o trabalho de valorosos designers.
Mas o sonho, dizem, é trabalhar por prazer. Bom, eu tenho algo a dizer:
2 – Trabalhe por grana
Amigos meus de longa data, profissionais competentes, com portfólios bem estruturados me dizem que o mercado não está pra brincadeira. Que um diretor de arte num estúdio de médio porte ganha por volta de R$ 3.000,00, bruto (e de 2013 para cá, acreditem, isso não mudou, nem mesmo se atualizou). E para merecer esse salário, ele vai ter que dominar o pacote master Adobe, manjar de HTML, CSS, PHP, arranhar um ASP, se virar num 3D Max e saber fazer vinhetas animadas pra vídeo.
Minha reação quanto a isso. Para mim, não. Eu não dirijo arte por R$ 3.000,00. Antes disso, faço um curso de torneiro mecânico, uma profissão que não exige muito da minha criatividade, mas que paga melhor do que isso, e nas horas vagas eu pinto quadros, faço histórias em quadrinhos, aprendo a tocar um instrumento e mato meu desejo por realização criativa.
É preciso aprender a dizer não. E isso é mais difícil do que se espera.
Afinal, como deixar passar aquele job de logo para uma Surf Shop que caiu no seu colo, mas que o dono agora não tem grana pra investir? Como recusar aquela ilustra engraçadinha que vai sair numa revista mais ou menos bem-lida? Como deixar de pegar o catálogo só porque o dono da empresa quer que você também tire fotos da linha de produtos inteira dele, mesmo você explicando que só tem a câmera do celular? E como correr o risco de perder uma concorrência só porque você vai perder duas noites num “rascunho” simples que todos os outros designers vão fazer, para o cliente escolher qual gosta mais?
É fácil dizer. Mas na hora, o medo da dispensa leva muitos a colocar os rabos entre as perninhas, mandar um “ok”, e o pior de tudo, ainda achar algum prazer na experiência do estupro.
Seu cliente precisa saber que você trabalha por dinheiro, assim como ele. Que você está comprometido com o sucesso daquele projeto para que ele ganhe dinheiro, e te procure novamente para que você faça sua mágica. É simples assim. Você precisa cobrar o suficiente para que, se um dia tiver seu dia completamente lotado de trabalhos, esteja bem de vida. O quão bem de vida? Isso é contigo. Eu tenho meus sonhos, e as duas únicas ferramentas que tenho para realizá-los são meu trabalho, e a chance de acertar sozinho na mega-sena.
3 – Projete a imagem de si que você quer que os outros vejam
Saiba que seu cliente tem uma visão de você. E que você o ajudou a construir essa visão.
Na cabeça dele, um advogado, um engenheiro ou um médico muito bem-sucedidos andam de BMW, tem casas na praia e viajam para a Europa com a família nas férias. Um designer muito bem sucedido tem um iPhone, dirige um Kwid e usa roupas “muito loucas”.
Culpa sua.
São os valores que você mostrou para seu chefe, para seus amigos, sua rede. Você fala disso, veste isso, dirige isso, e parece não ter as preocupações que todos têm em relação ao futuro. “A vida até parece uma festa”, diriam os Titãs. Você tenta passar para o mundo que nasceu predestinado, com um dom, e que por isso não dá trabalho fazer o que faz. É tranquilo, com um pé nas costas. Bom, ninguém valoriza quem trabalha na moleza. Você sente muito prazer em sua profissão, guarde-o para si. Até ator pornô diz que o trabalho dele é bem duro e técnico.
Todo profissional quer ser respeitado. O modo como cada um batalha para conseguir esse respeito e proteger seu meio de vida é que difere.
Alguns designers que tenho visto (e alguns são muito bons), tentando quebrar essa visão, tem usado um approach absurdamente técnico no exercício do design. Explicam grids, pixels, minúcias tipográficas, tendências com uma desenvoltura que eu poucas vezes vi. É uma saída. O cliente e o mercado passam a ver design como uma profissão, não como estilo de vida. Mas não sou completamente a favor.
Na minha opinião, deveriam estar se esmerando na arte de mostrar para o cliente o quanto o investimento dele RETORNA ao seu bolso. O quanto ele PRECISA investir em design, antes que o concorrente o faça, ou faça melhor, e o deixe chupando o dedo. O quanto o design vale a pena, e a quantidade de gente que não entende patavina disso tudo. O lado técnico estará lá, mas embutido dentro da entrega. Caso contrário, o risco é o cliente achar que tudo isso é muito complicado para ele e deixar para seu sobrinho, que não lhe dá essas dores de cabeça.
Não sei quem foi que disse, que, o mundo seria diferente se todos soubessem o que se passa dentro de um centro cirúrgico ou numa fábrica de linguiça. No fundo, nem tudo o cliente tem que saber. E dissecar os tintins por tintins da área para todos é no máximo um bom exercício acadêmico, que surte um grande efeito na pagação de pau entre outros designers.
4 – Regulamentação?
Estamos convivendo com uma ameaça(?) de regulamentação desde que eu me formei, e olha que eu fiz paste-up.
Eu já fui a favor, já fui contra e muito pelo o contrário.
Hoje, eu acho que é um caminho natural, como profissão, de se ter alguma regulamentação. O difícil é achar que isso ajuda a mudar qualquer coisa desse panorama. Ok, vamos ter uma lei que diz que não se poderá pagar menos que um salário mínimo para um estagiário. E daí? Que precisará de diploma para exercer (será?) mas e daí?
Porém, por mais sentido que possa fazer, a impressão que dá depois de tantos anos é que não vai sair. Não vai porque não é prioridade para ninguém. Não vai porque não conseguimos fazer dessa uma pauta relevante, e não vai porque nesse momento, o mundo tem mais com o que se preocupar.
Se o mercado não valoriza uma profissão por si só, uma lei vai fazer isso?
Alguém acha que a Regulamentação vai obrigar um patrão pagar R$ 10.000 para um diretor de arte?
Que vai impedir que os bróder fiquem trampando até as 3 da matina para entregar layout a troco de pizza (mesmo que na lei seja proibido, mesmo sem regulamentação nenhuma)?
Que um cliente pague a um designer o suficiente para que ele possa viver dignamente e dedique a quantidade de horas necessária para que ele lhe entregue um trabalho realmente de primeira?
Sempre gostam de nos comparar com as leis de médicos, advogados e engenheiros (eu mesmo fiz isso parágrafos acima), profissões ultra-regulamentadas, que tem entidades de classe representativas. Mas precisamos entender certas verdades do mercado.
Aceite: o mundo sempre vai precisar mais de médicos, engenheiros e advogados. Se fossemos atacados por alienígenas hoje, iríamos precisar especialmente dos dois primeiros. É do jogo.
Mas isso não quer dizer que precisemos ganhar menos do que a secretária de um médico. Porque no frigir dos ovos, médicos, advogados e engenheiros vão ao supermercado, e resolvem comprar um produto em detrimento do outro porque a embalagem ou a marca lhe passou mais confiança. Compram carros porque são mais bonitos. Vestem roupas que combinam com estilos de vida que um designer ajudou a criar. Portanto, enquanto os aliens não chegam, você é sim, parte importante da sociedade em que vivemos, e merece ser pago pelo que faz.
5 – O que ninguém falou
Junto da lista da Forbes, há uma outra matéria (essa). Que diz que as profissões ligadas a arte e ciências estão entre as menos bem pagas nos EUA.
Se você ler, vai ver que eles colocam a faixa dos salários. A frase que me chamou a atenção é essa: “Quando conseguem um emprego, o salário médio é de apenas US$ 28 mil por ano, em comparação com ganhos iniciais de um engenheiro mecânico, de US$ 58 mil anuais”.
Faça as contas. US$ 28 mil por ano dá, em valores de hoje, algo em torno de R$ 14.000 mensais, para um iniciante. O que mostra que aqui, em terras tupiniquins vamos ter que melhorar MUITO para ficar ruim igual lá.
Ou seja: se você não quer abraçar a carreira de torneiro mecânico, e melhor começar a fazer algo para mudar.
O Covid 19 está espalhando uma onda de temor e instabilidade pelo mundo. As pessoas estão assustadas, e com razão. Mas e quanto às marcas? As empresas? O que fazer? Como usar a comunicação para ser menos impactados com a pandemia?
Artigo por Seth Godin. Originalmente publicado em BrandChannel.
Sua marca pode não ser o que você pensa que é, mas é mais importante do que nunca.
Marca não é logotipo. A marca não é o que está na sua declaração de missão. E marca definitivamente não é o que seu CMO insiste.
Sua marca é simplesmente uma promessa. É um atalho que todo mundo com quem você se envolve usa para descobrir o que esperar. Não temos outra maneira de navegar pelo mundo. Existem muitas opções e não há tempo suficiente. O que significa que não podemos saber o que você conhece ou faz a pesquisa que você fez. Certamente não podemos nos tornar químicos e analistas de desempenho. Tudo o que podemos fazer é fazer nossa melhor escolha no momento, e essa escolha é baseada na promessa.
Nike tem uma marca. Se a Nike abrisse um hotel, você saberia bastante o que esperar dele. No momento, você provavelmente está imaginando o saguão ou imaginando o que está na parede da sala.
A Marriott, por outro lado, simplesmente tem um logotipo. Se o Marriott lançou uma linha de tênis de corrida, você não tem idéia do que esperar (exceto que eles provavelmente seriam chatos e com preços um pouco abaixo das marcas de ponta).
Podemos aprender muito sobre a marca com o vinho, porque a experiência é tão facilmente testada. O Journal of Wine Economics escreveu sobre isso há décadas. Em um estudo amplamente citado, eles descobriram que, em uma prova cega, os amantes do vinho preferem o vinho mais barato ao vinho caro. Obviamente, se o mesmo acontecesse nas degustações à vista, ninguém jamais compraria vinho caro. Ver o vinho (que é outra maneira de dizer “entender a marca”) muda a maneira como o vinho é saboroso.
Vale a pena repetir isso: entre pessoas com paladares treinados e muita atenção concentrada, a conscientização de uma marca de vinho muda a maneira como o vinho é saboroso.
Obviamente, isso é verdade para praticamente tudo o que compramos.
O high-end e o low são provavelmente fabricados na mesma fábrica. Axe tem uma equipe de marketing que fica logo abaixo das pessoas que comercializam a Dove. E a Amazon cria um ambiente para o cliente, onde tudo está a um clique de distância, eliminando a geografia e a conveniência de muitas conversas.
O que um profissional de marketing deve fazer?
A resposta não é um anúncio mais sofisticado, um rótulo ou logotipo melhor de Michael Beirut.
Em vez disso, o caminho está no entendimento do que significa fazer e manter uma promessa da marca.
Para quem é e para que serve?
O que acontecerá com meu status se meus amigos me virem com este produto?
Isso me fará sentir estúpido por pagar mais por isso?
A compra e o uso deste produto me ajudam a se encaixar ou se destacar?
Como o preço deste produto se encaixa na minha história sobre dinheiro?
Na Índia rural, a Water Health International tem uma marca que é invejada por qualquer profissional de marketing. Eles vendem água fresca em aldeias que antes não tinham. O produto substitui uma caminhada de uma hora até um riacho por água suja, água que pode deixar sua família doente. Existe alguma promessa mais forte que uma marca pode fazer? Isso economizará seu tempo e também sua vida.
Vale a pena considerar algumas coisas sobre o WHI:
1- Quando eles chegam a uma vila, poucas pessoas adotam a nova água imediatamente. Demora meses ou anos. Isso ocorre em parte porque as pessoas são céticas e também porque sua história sobre dinheiro, status e tradição não deixa espaço para fazer uma escolha sobre pagar pela água.
2- O WHI não lhe venderá água em seu próprio contêiner. Em vez disso, você deve comprar um de seus recipientes, que é de cores distintas. A razão ostensiva é que o reabastecimento de um recipiente contaminado pode muito bem levar a doenças, destruindo sua promessa. A melhor razão é que, à medida que as pessoas vêem cada vez mais latas personalizadas na vila, a confiança aumenta, o status aumenta e a demanda também aumenta.
3- O que leva à maior pista: mesmo quando você pensa que pode estar na base da hierarquia de Maslow (o que poderia ser mais básico do que a água potável?), A ação quase sempre envolve necessidades mais altas, como pertencer e pertencer à comunidade.
Por causa de cinquenta anos de TV, os profissionais de marketing ficaram preguiçosos. Achamos que nosso trabalho eram fotos bonitas e anúncios sofisticados. Não é verdade. Nosso trabalho é mudar. Nosso trabalho é fazer uma promessa sobre como nossa intervenção no mundo do cliente oferecerá a eles um caminho para melhor.
Nós sabemos que você tem uma escolha. Existem várias maneiras de conseguir isso. Nós vendemos a coisa também. A diferença é que nossa marca, nossa promessa, oferece mais do que isso. Dá-lhe a mudança emocional que você esperava o tempo todo.
Você costumava precisar de um novo smartphone a cada ano ou dois. É difícil lembrar agora, mas atualizar para uma nova geração de telefone significava obter acesso a recursos cruciais: a Internet tornou-se navegável, as fotos tornaram-se legíveis e os PDFs tornaram-se abríveis. Houve um tempo, não muito tempo atrás, em que você podia ver os pixels individuais na tela! Imagine isso!
Mas mesmo os menores pontos de dor e inconvenientes restantes deixados nos smartphones foram lixiviados pelo progresso incremental. O smartphone está bom agora. Claro, seria bom se eles quebrassem menos e a bateria durasse mais, mas o que tínhamos está bom há algum tempo. Nenhuma empresa precisa fazer um novo smartphone a cada ano. Isso inclui Apple e Google, duas empresas que lançam novos telefones em que a câmera é a única grande atualização a se falar.
“Francamente, é surpreendente que a Apple e o Google não tenham feito nada de importante aqui”, diz Gadi Amit, fundador da empresa de design de sustentação do Vale do Silício, NewDealDesign, dos próximos telefones. “Eles ainda estão lidando com o ciclo de luta de especificações de ontem: a câmera”.
Atualmente, os novos recursos tendem a vir de software e aplicativos, não de hardware. Mas você não precisa de um iPhone 11 para ver o filtro Snap mais recente. Enquanto isso, a produção de novos telefones tem um custo ambiental impressionante no planeta. Além disso, os consumidores parecem se importar cada vez menos com um telefone “novo”. As vendas de smartphones já estão caindo globalmente e as pessoas estão atualizando seus telefones com menos frequência – para a maioria de nós, um novo telefone é uma compra profundamente dispendiosa.
Mas existe alguma alternativa ao ciclo interminável de lançamentos de telefones? E se a Apple não houvesse lançado o iPhone 11? E o Google não houvesse lançado o Pixel 4?
Para os usuários, a vida continuaria. Mas, para as próprias empresas, desafiar a cadência de lançamentos anuais seria um grande risco. “Ninguém quer balançar o barco. Ninguém quer um falso passo como a Samsung, com sua tela dobrável [atrasada] ”, diz Amit. “Mas é uma proposta arriscada. Se você continuar assim, mais um ano, poderá ficar para trás.
Google’s Project Ara experiment. [Photo: Google]
UMA LIÇÃO DA INDÚSTRIA DE AUTOMÓVEIS
Amit trabalhou em vários projetos secretos de smartphones, incluindo uma tentativa ambiciosa de mudar a maneira como os consumidores compram telefones: o Project Ara, do Google. Ara era um telefone modular; a idéia era que você poderia atualizá-lo gradualmente ao longo do tempo, trocando o processador, a câmera ou qualquer número de sensores, como trocar peças em um quebra-cabeça que poderia parecer super-retorcido.
Em teoria, um telefone modular seria melhor para os consumidores, que poderiam facilmente substituir componentes para manter o telefone funcionando e atualizado. E seria melhor para o meio ambiente, porque menos telefones novos seriam fabricados a cada ano. Mas, crucialmente, Ara também parecia viável do ponto de vista comercial.
“Quando trabalhamos no telefone Ara, uma estatística incrível [nos deparamos] foi, eu acho, um terço do lucro na indústria automobilística vem de atualizações e opções. Portanto, a noção de modularidade não era benevolente. É também a frivolidade de atualizações e acessórios. Você pode comprar o telefone básico mais barato, mas gasta US $ 150 em uma câmera sofisticada que não tem certeza de que precisa. E isso é realmente muito lucrativo ”, diz Amit. “É o que está acontecendo com os carros. Você entra em uma concessionária para comprar a Toyota de baixo custo. . . então você gasta US $ 5.000 em cima disso. ”
No entanto, o telefone modular mostrou-se bastante difícil de fabricar e incerto o suficiente para comercializar, portanto o Ara acabou sendo congelado em 2016. Notavelmente, a Motorola teve algum sucesso com uma plataforma de telefone semi-modular, chamada Motorola Z, no México e no Brasil, onde smartphones de baixo custo são populares. Mas seu escopo é muito mais conservador do que a visão de Ara.,
O SMARTPHONE COMO ASSINATURA?
Existe outra maneira de as empresas desenvolverem um modelo de negócios que alivie parte da pressão para vender aos consumidores um novo telefone a cada ano ou dois? Quando fiz essa pergunta a Frank Gillett, vice-presidente e diretor da firma de analistas Forrester, ele sugere que outra abordagem esteja em ordem. “Se você pensa no [telefone] como acesso ao nosso eu digital, isso começa a parecer um serviço”, diz ele.
O que Gillett sugere é que, em vez de comprar um novo iPhone ou Pixel, você pode assinar um contrato mensal (robusto!) Com a sua operadora de telefonia. E por um custo, talvez de US $ 100 a US $ 200 por mês, você recebe um telefone com garantia, serviço de voz e dados, aplicativos inclusos e muito espaço para armazenamento de suas fotos, vídeos e contatos. Depois, você pode pagar mais ou menos, dependendo do telefone que deseja (talvez uma opção boa, melhor ou a melhor).
Frank Gillett aponta para a Amazon, que meio que apoiou esse modelo na Prime, oferecendo tantos serviços sob o mesmo guarda-chuva – e vendendo hardware altamente subsidiado para alimentá-lo.
Mas vender aos consumidores uma assinatura de smartphone em vez de um novo telefone parece levar a acordos ruins para os consumidores – um cenário glorificado do aluguel por conta própria. Além disso, para os fabricantes de smartphones, o modelo de assinatura pode não ser financeiramente atraente. Uma assinatura pode fornecer receita estável, mas não necessariamente muito lucro no final do dia. “Você vende um iPhone 10 por US $ 1.000, já existem US $ 400 a US $ 500 em lucro [ou mais]. É muito difícil conseguir de US $ 400 a US $ 500 em assinaturas ”, diz Amit, que destaca que os aplicativos de assinatura de música, que dividem lucros com terceiros, provavelmente não oferecem à Apple as margens que o hardware oferece.
E sinceramente, a Apple (e até certo ponto o Google) já retirou esse serviço extra e a receita de assinatura de seus usuários! A Apple possui o iCloud, uma nova assinatura de aplicativo, toda a sua App Store, para a qual são cobrados 30% da receita, um cartão de crédito e opções de garantia – além de ganhar dinheiro vendendo caixas e substituindo baterias e telas de vidro.
Apesar da falta de uma alternativa óbvia ao ciclo de atualização anual, um acerto de contas está chegando à indústria de smartphones. Eu argumentaria que o Google e a Apple sabem disso. A Apple lançou recentemente o iPhone 11 a partir de US $ 700 – que era notavelmente US $ 50 mais barato que o custo XR do iPhone, quando comparado ao ano anterior. O Google anunciará seu Pixel 4, que vazou pesadamente, amanhã, mas a empresa também está desenvolvendo silenciosamente alguns eletrônicos para durar a longo prazo. Você vê isso predominantemente em seus projetos Home, como o assistente Home Mini. A equipe de design do Google enfatiza formas e cores que não se chocam ou substituem a velha geração de assistentes domésticos.
Mas quando se trata de smartphones, parece que nem a Apple, nem o Google, nem nenhum de seus concorrentes estão diminuindo a velocidade – ou perdendo a chance de destacar um concorrente, mesmo da menor maneira possível.
Apesar da falta de uma alternativa óbvia ao ciclo de atualização anual, um acerto de contas está chegando à indústria de smartphones. Eu argumentaria que o Google e a Apple sabem disso. A Apple lançou recentemente o iPhone 11 a partir de US $ 700 – que era notavelmente US $ 50 mais barato que o custo XR do iPhone, quando comparado ao ano anterior. O Google anunciará seu Pixel 4, que vazou pesadamente, amanhã, mas a empresa também está desenvolvendo silenciosamente alguns eletrônicos para durar a longo prazo. Você vê isso predominantemente em seus projetos Home, como o assistente Home Mini. A equipe de design do Google enfatiza formas e cores que não se chocam ou substituem a velha geração de assistentes domésticos.
Mas quando se trata de smartphones, parece que nem a Apple, nem o Google, nem nenhum de seus concorrentes estão diminuindo a velocidade – ou perdendo a chance de destacar um concorrente, mesmo da menor maneira possível.
“Você tem falta de inovação de um lado e um fenômeno de pessoas serem mais conscientes do meio ambiente, fazendo perguntas sobre isso [do outro lado]”, diz Amit. “Não acho que seja sustentável. Mas atualmente, ninguém quer admitir isso. ”
Navegando por uma demonstração do próximo serviço de streaming da Disney, Disney+, a coisa mais impressionante é o forte contraste com seu maior concorrente: a Netflix. Onde a Netflix está cheia de conteúdo tentando chamar a atenção dos assinantes, a Disney+ se sente relativamente estéril. Como a biblioteca de aplicativos da Apple TV, o serviço da Disney é quase cirurgicamente limpo em sua precisão de design. Mas as maneiras específicas pelas quais seu conteúdo é compartimentado podem ser divisórias.
A diferença de densidade faz sentido: em 2018, a Netflix tinha aproximadamente 1.570 programas de TV e 4.000 filmes disponíveis para streaming. No lançamento, o Disney+ terá aproximadamente 500 filmes e 7.000 episódios de TV individuais. Mas enquanto o Netflix pode parecer um caos desorganizado, cada seção do Disney+ é dividida em seu próprio bolso, como a Apple TV. Sentada para uma prévia prática da Disney+ na D23, a convenção bienal da Disney em Anaheim, Califórnia – do outro lado da rua da Disneylândia – a diferença entre Netflix e Disney+ não poderia ter sido mais clara.
Em parte, isso ocorre porque o próximo serviço da Disney tem objetivos diferentes. “De um nível técnico ou de interface do usuário, eu realmente não o comparei com a Netflix”, disse Michael Ver, o presidente dos serviços de streaming da Disney, Michael Paull.
“Por princípio, queríamos uma experiência simples e elegante”, disse Paull. “Queremos facilitar as coisas. Não queremos que o produto atrapalhe o conteúdo “.
“Simples” pode ser a melhor palavra para descrever o Disney+. Sua interface divide o conteúdo em linhas pelas quais as pessoas podem rolar com base em recomendações personalizadas, novos lançamentos e seleções selecionadas. A linha superior do aplicativo tem um carrossel com alguns títulos prioritários para percorrer, incluindo novos lançamentos teatrais que a Disney quer destacar (a Capitã Marvel apareceu na minha demo) e os originais da Disney+. Há também uma linha de programas e filmes em destaque que serão organizados internamente, de acordo com Paull. No momento, é composto principalmente por grandes lançamentos teatrais e clássicos da Disney, mas isso pode mudar, disse Paull. Da mesma forma que a Netflix começou a usar sua seção em destaque para destacar principalmente o conteúdo original, há uma boa chance de os originais da Disney+ ocuparem a maior parte dessa linha.
A parte mais óbvia e interessante da página inicial da Disney + é uma seleção de subseções da Disney: Star Wars, Disney, Pixar, Marvel e National Geographic. É claro que é assim que a empresa deseja que as pessoas usem o aplicativo, para conhecer suas marcas ou franquias favoritas. As pessoas “geralmente sabem no que estão interessadas” quando abrem o aplicativo, disse Michael Cerda ao The Verge, vice-presidente de produtos da Disney+. Se você está procurando conteúdo de Guerra nas Estrelas, como a nova série spinoff Mandalorian, ou os poucos filmes da Marvel com os quais Disney+ será lançado, as pessoas os querem no mesmo espaço, continuou ele. Pense nessas subdivisões como aplicativos quase inteiramente separados. Eles hospedam coleções de títulos de todas as franquias e marcas que a Disney deseja destacar. Os Simpsons, por exemplo, tem uma seção enorme. As pessoas podem entrar nessa área e percorrer cada temporada para encontrar um episódio para assistir. É semelhante à forma como os programas no Hulu operam.
É nessas áreas específicas da coleção que os designers da Disney+ ganham o que merecem. Todo filme ou programa de TV tem uma bela página traseira para receber os espectadores. Veja a Capitã Marvel como exemplo: clicar no filme abrirá uma página separada com algumas opções, incluindo a capacidade de ler detalhes sobre o filme (elenco e assim por diante) ou percorrer outros títulos recomendados. Os usuários também podem clicar em um ícone na parte superior da página para adicionar um título à sua fila. Os usuários de dispositivos móveis também poderão baixar filmes para visualização offline diretamente da página.
Mas e se as pessoas não estiverem interessadas em apenas explorar o que a Marvel, Star Wars ou mesmo a National Geographic oferecem? O Disney+ também possui uma barra lateral que as pessoas podem usar para navegar entre séries de TV, filmes e a categoria Disney+ Originals, que hospedará filmes como o remake de Lady Live the Tramp, da Disney, que transmite exclusivamente ao vivo, ou séries como a próxima série spin-off da Marvel, Loki.
O nome já causou alguma confusão online, no entanto. Veja Lady and the Tramp, que a Disney chama de “Filme Original” em seu pôster oficial. As pessoas no Twitter se perguntavam se essa designação significava o filme de animação original ou a nova adaptação em live-action. A questão da terminologia também surgiu com a equipe Disney+, diz Paull, mas ele não pôde comentar mais.
Felizmente, essa é a única parte abertamente confusa do Disney+. Percorrer compartimentos separados por coleção pode parecer tedioso, mas não é. Ter seções diferentes significa que é mais fácil navegar sem encontrar o conteúdo tão avassalador quanto as coleções no Netflix e no Hulu – mas, novamente, isso ocorre em parte porque há menos conteúdo.
A Disney também está investindo em recomendações personalizadas, que têm sua própria linha na página inicial. São necessárias recomendações para plataformas de streaming, especialmente à medida que elas continuam a crescer. A Netflix realiza aproximadamente 400 testes A / B em seu serviço a cada ano, apenas dedicado ao seu algoritmo de recomendação. Também causou frustração entre assinantes e criadores, que acusaram o algoritmo de recomendação da Netflix de não exibir programas ou filmes específicos. Isso não é um problema para Paull e sua equipe no momento, mas é algo em que eles estão pensando.
“Tivemos a sorte de ter uma equipe bastante forte, focada na personalização e nas recomendações”, disse ele. “Nosso trabalho é difícil, mas não é tão difícil, porque nossa estratégia de conteúdo é sobre qualidade, não quantidade. Nosso conteúdo é sobre curadoria “.
O foco na curadoria é um grande motivo pelo qual a empresa decidiu lançar uma seção de aplicativos para crianças separada dentro de sua plataforma. Decidir criar uma seção para crianças em um aplicativo em que nada será avaliado acima de 13 anos pode parecer desnecessário, mas Paull disse que há algumas razões pelas quais a equipe acha que isso é importante. Diferentemente da página inicial principal do Disney+, que é amplamente direcionada pelo texto sobre as imagens, a versão infantil é direcionada principalmente por fotos de personagens de filmes e programas de TV. Isso ocorre porque as crianças, especialmente as menores de sete anos, não leem realmente. Eles se associam a personagens, disse Paull. Portanto, o design é extremamente diferente: a seção é mais brilhante e mais borbulhante que a página inicial e está cheia de personagens da Disney.
A outra razão é algo em que as pessoas podem não pensar no que diz respeito ao conteúdo da Disney: mesmo dentro da classificação acima de 13 anos, a Disney tem alguns filmes violentos para os quais as crianças podem não estar prontas. Avengers: Endgame, por exemplo, tem uma cena em que Hawkeye (Jeremy Renner) usa uma katana para cortar a garganta de um homem antes de matá-lo.
É aí que entram os perfis individuais. O Disney+ tem um processo de criação de perfis em que os usuários navegam em uma seleção de avatares de seus filmes e programas de TV: heróis de filmes da Marvel, personagens de Star Wars e favoritos da Pixar. As contas podem ter até sete perfis, designados para crianças ou como contas padrão.
O principal ponto de partida para se trabalhar com a Disney+ é que ela parece familiar. Entre o Netflix e o Hulu (para não mencionar os inúmeros serviços do nicho), os usuários de streaming se acostumaram a uma interface bastante padronizada e a um conjunto de recursos em plataformas de streaming. À medida que as guerras do streaming esquentam – enquanto a HBO Max da WarnerMedia, a NBCUniversal e até a Apple se preparam para lançar seus próprios serviços de streaming – parece que, além do preço e do conteúdo, a experiência do usuário será um dos maiores fatores para determinar quem aparece topo. Paull não discorda totalmente. A “interface do usuário é muito importante”, de acordo com Paull, que afirma que “ser capaz de criar um design adequado à marca e permitir que as pessoas encontrem a programação que desejam que não atrapalhe é incrivelmente importante”. A única coisa que ele discorda? O rótulo “streaming wars” para o próximo conflito entre serviços de conteúdo online.
“Não vejo isso como uma guerra”, disse Paull, rindo. “Eu vejo isso como nada além de uma grande vitória para o consumidor.”
Você sabe o que significa “SERP SEO” no universo do marketing? Você não está sozinho, mas está perdendo uma oportunidade.
Artigo de Alp Mimaroglu. Originalmente publicado em Entrepreneur.
Você acredita que é quase 2020? Quando comecei minha carreira de marketing há uma década, em 2009, mal podia imaginar o que estaria fazendo hoje como líder de marketing em uma organização empresarial …
… especialmente com tecnologia. Mas a cada ano, inovações tecnológicas novas e inovadoras estão forçando os profissionais de marketing, como eu, a desenvolver nossas melhores práticas. O marketing digital, outrora o único jogo na cidade, deu lugar ao marketing multicanal; e hoje estamos nos aproximando rapidamente da era do marketing “omnichannel”.
E isso pode ser avassalador: à medida que a taxa de inovação de marketing continua a acelerar, a maioria das organizações está tendo dificuldade em acompanhar. Mas a boa notícia é que novas maneiras de fazer as coisas trazem novas oportunidades. Aqui estão quatro principais tendências de marketing que vejo desenvolvendo entre as organizações para 2020 e além:
1. Otimização para SEO on-SERP
Já ouviu falar de resultados de clique zero? Você provavelmente já viu. Um resultado de clique zero é um resultado de pesquisa no qual o Google fornece automaticamente a resposta para a consulta de pesquisa na forma de um snippet automático.
Por exemplo, se você digitar “Qual é a temperatura em San Francisco?”, O Google fornecerá automaticamente um resultado gerado por conta própria. Você realmente teria que rolar para baixo para ver os resultados do Google AdWords e os resultados da pesquisa orgânica.
O Google preenche automaticamente os resultados de pesquisa para consultas muito mais amplas. Tudo, desde “O que é uma criptomoeda” a “Como criar um funil de marketing?”, tem um snippet que pode impedir que um pesquisador role para baixo para ver mais resultados.
Por que isso é significativo? Porque 61,8% dos resultados de pesquisa no Google agora são resultados de pesquisa zero, de acordo com dados do Jumpshot. Como resultado, mais e mais palavras-chave estão se tornando menos lucrativas.
Embora o snippet automático às vezes venha de um site que esteja em algum lugar na página 1 da página de resultados do mecanismo de pesquisa (SERP), as empresas não sabem como otimizar seu conteúdo para que o Google as escolha para quem disputar o mesmo local. Nem é necessário dizer que este é um desenvolvimento preocupante para qualquer empresa que comercialize ou anunciante no Google.
Oportunidade: A marca que descobre o SERP SEO em primeiro lugar terá uma grande vantagem competitiva.
2. Publicidade em alto-falantes inteligentes (e otimização para pesquisa por voz)
Outro grande desenvolvimento nos últimos anos foi a proliferação de alto-falantes inteligentes. Em 2018, cerca de 56 milhões de palestrantes inteligentes foram vendidos para os consumidores, segundo o Social Report.
No entanto, apesar do crescente número de famílias que questionam o Alexa, o Siri e o Google Home, as oportunidades de marketing e publicidade de palestrantes inteligentes têm sido escassas. Mas isso parece estar mudando.
Em 2017, por exemplo, os usuários do Google Home perceberam que um anúncio universal do Disney’s Beauty and The Beast começou a ser reproduzido logo após os anúncios matinais programados, chamados briefings de flash. Esses tipos de anúncios eram raros e pouco freqüentes na época, mas agora estão crescendo em popularidade.
Em 2019, estamos vendo exemplos melhores e menos invasivos de publicidade de marca em alto-falantes inteligentes. Uma das maneiras mais amigáveis para os clientes de anunciar em palestrantes inteligentes é criar o que é chamado de “habilidade de marca”. Por exemplo, se você disser ao Alexa “Peça ao Patrón uma receita de coquetel“, a Alexa responderá com uma seleção diversificada de possibilidades, cortesia do fabricante premium de tequila. Essa estratégia funciona: Patrón recebe mais de 6.000 consultas por mês para sua habilidade com o Alexa, de acordo com Digiday.
Oportunidade: experimente a abordagem de “habilidade de marca” para sua publicidade de marca, para um tom mais amigável ao cliente.
3. Otimizando para pesquisa por voz
A maioria das marcas pode não estar pronta para explorar a publicidade de alto-falante inteligente ainda. Mas, enquanto isso, eles devem explorar a otimização de seu conteúdo para pesquisa por voz.
Nem é necessário dizer que, provavelmente, faz muito sentido para todas as empresas começarem a otimizar seu conteúdo para busca por voz, não apenas grandes empresas. Há muitos conselhos de especialistas em marketing sobre como fazer isso, e parece que o consenso é que tornar o conteúdo mais conversacional faz o truque.
Oportunidade: com a maioria das pesquisas acontecendo em smartphones, otimize para pesquisa por voz.
4. Mais chatbots e, sim, ainda mais conteúdo!
Por fim, como expliquei anteriormente, o conteúdo escrito não vai a lugar nenhum tão cedo. Não só é previsto que seja a atividade de marketing que trará o maior impacto comercial por três anos (de acordo com a Smart Insights), mas o conteúdo escrito também é o principal throughput dos chatbots, que deverão aumentar o uso em 2020 e além.
De acordo com um estudo recente da Juniper Networks, à medida que os chatbots aumentam em popularidade e sofisticação, os varejistas podem cortar US $ 439 bilhões por ano e aumentar as vendas em US $ 112 bilhões até 2023. Com números como esse, não é muito difícil ver por que grandes organizações continuarão investindo em novos e mais úteis chatbots.
Mas chatbots não são úteis apenas para grandes empresas. Qualquer empresa que tenha um site com tráfego pode se beneficiar de um chatbot simples que responde às perguntas mais comuns dos visitantes e ajuda a converter os visitantes em leads quentes.
Oportunidade: os chatbots ajudarão você a reduzir custos.
O marketing está mudando e os profissionais de marketing precisam mudar junto!
Quando eu comecei no mundo do marketing, eu não imaginava que estaria ajudando a executar programas de transformação de marketing digital. Mas isso é o que é necessário para se manter competitivo no mundo do marketing do século XXI.
É quase 2020; Você já pensou em alguma maneira nova e inovadora de gastar seus dólares de marketing? Ou como dobrar os canais de marketing que funcionam melhor para o seu negócio?
Porque se você não o fizer, garanto que seus concorrentes o fizeram.
Temos novidade para vocês lá no nosso canal! Hoje, no Marcas com Propósito, você entenderá quando é o momento ideal para trocar seu logotipo, refazer sua marca e como evitar que sua marca envelheça rápido.
Toda terça-feira às 10h00, teremos novos conteúdos cobrindo o mundo das marcas, da publicidade e design. Venha conosco nessa nova jornada!
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Artigo de Richard Sauerman. Originalmente publicado em TheBrandGuy.
É fácil pensar que o mundo está piorando a cada dia. Basta assistir as notícias ou qualquer outro programa de atualidades na mídia.
Os meios de comunicação concentram-se em eventos únicos “noticiáveis”, e os eventos únicos são frequentemente acidentes de avião, ataques terroristas, desastres naturais, guerras e assassinatos. Desenvolvimentos positivos, por outro lado, acontecem muito lentamente e raramente são manchetes na mídia obcecada por eventos. E assim desenvolvemos um senso distorcido da realidade, como a nossa percepção da pobreza mundial:
A POBREZA É A MAIS BAIXA
Na realidade, a pobreza mundial está no ponto mais baixo da história da humanidade, fato que apenas 12% das pessoas acertaram. Aqui está a imagem real quando se trata da pobreza no mundo:
Em toda a linha, em questão de mortalidade, doenças e qualidade de vida, a vida está melhorando e melhorando para bilhões de pessoas. O Our World Data tem um monte de gráficos que ilustram como o mundo hoje é mais saudável, mais rico e melhor educado.
O impacto disso em nossas vidas diárias é mais óbvio (de uma maneira sutil) quando se trata de nossa percepção de “segurança e violência”. Há uma percepção generalizada de que nosso mundo é inseguro e mais violento do que nunca. Como conseqüência disso, nós literalmente vivemos nosso dia-a-dia com medo. Medo de terrorismo, medo do crime, medo da segurança de nossos filhos, medo de depressão, doenças, destruição e morte.
NÓS ESTAMOS VIVENDO MAIS DO QUE NUNCA
Na realidade, estamos vivendo mais do que os seres humanos já viveram na face do planeta:
Na realidade, as taxas de mortes por suicídio são as mais baixas desde 1990:
Na realidade, as taxas de homicídio são as mais baixas que já foram na história da humanidade:
Na realidade, as taxas de mortalidade infantil caíram para o seu nível mais baixo de sempre:
Seja como for, o estado da humanidade está melhorando, e a maioria de nós não tem noção desse progresso. O pensador americano-canadense Steven Pinker explica isso em seu livro Enlightenment Now, e nesta entrevista:
Grandes problemas permanecem, e não há razão para se tornar complacente. Atingir a redução mais rápida da mortalidade infantil é uma conquista tremenda, mas o fato de que uma em cada 13 crianças ainda morrerem com menos de 5 anos hoje é inaceitável.
Por que é importante que o mundo seja melhor que nunca? Porque a maioria das pessoas acha que não é. E para a nossa história ser uma fonte de encorajamento, temos que conhecer a nossa história, e é por isso que o que nos contamos sobre a nossa história é importante.
Nossas esperanças e esforços para construir um futuro melhor estão inextricavelmente ligados à nossa percepção do passado. Um olhar positivo sobre os esforços de nós mesmos e dos nossos concidadãos é uma condição vital para a criação de um futuro melhor. Precisamos saber que percorremos um longo caminho para melhorar as condições de vida e nossa qualidade de vida, porque saber que nosso trabalho vale a pena é uma condição necessária para o autoaperfeiçoamento.
Temos novidade para vocês lá no nosso canal! Hoje, no Marcas com Propósito, você verá o segundo vídeo da série “Criando uma Marca”, onde nós damos dicas para você não errar na hora de escolher um profissional que vai cuidar da sua marca.
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