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Tag: marcas

  • Sua marca não pode entrar em quarentena

    Sua marca não pode entrar em quarentena

    Confira o vídeo do nosso Canal no Youtube, Marcas com Propósito.

    O Covid 19 está espalhando uma onda de temor e instabilidade pelo mundo. As pessoas estão assustadas, e com razão. Mas e quanto às marcas? As empresas? O que fazer? Como usar a comunicação para ser menos impactados com a pandemia?

  • Mc Donalds investe no amor ao lanche

    Mc Donalds investe no amor ao lanche

    Certas marcas sabem como manter o interesse em seus produtos e propriedades como ninguém.

    Para empresas como a Marvel ou Harley Davidson, que lidam com propriedades intelectuais ou bens duráveis, isso é uma tarefa um pouco mais simples.

    Mas para uma marca de fast food, é preciso uma dose extra de criatividade para manter a relevância com seus produtos.

    O Burger King aposta em campanhas ultra bem humoradas para manter seu carro chefe, o Whopper, sempre na mente dos consumidores.

    O Mc Donalds está dando um passo à frente para promover o amor ao Quarterão com Queijo nos Estados Unidos, e lançou uma linha produtos inusitados, que incluem Pins exortando o lanche, luvas para casais e até uma incrível linha de velas com aromas dos ingredientes dele.

    Se deu certo? Bom, no site que vende os ítens, quase todos estão esgotados, à excessão do calendário.

    Veja mais no site da campanha: https://goldenarchesunlimited.com/collections/mcdonalds-quarter-pounder-fan-club

  • Acertando em cheio ao criar sua identidade de marca

    Acertando em cheio ao criar sua identidade de marca

    Artigo escrito por KEVIN LEVI. Originalmente publicado em SmallBusinessBranding.

    A marca, em geral, só é eficaz se cair nos ouvidos receptivos. Ou seja, se você comunicar uma proposta de valor ao seu público-alvo e a (s) mensagem (s) não for suficiente, você não fez um trabalho eficaz de branding, para dizer o mínimo. A marca eficaz envolve não apenas entender quem é seu público-alvo, mas também saber como alcançá-lo.

    Por exemplo, digamos que você ofereça serviços jurídicos sob demanda. Seu comprador-alvo pode ser uma pequena empresa que não tem orçamento para contratar um advogado em tempo integral. Então, como você pode chegar até essas pessoas? Bem, você precisa fazer algumas coisas primeiro para entender melhor seus botões de atalho, como:

    1. Coloque-se no lugar deles e imagine andar em um dia típico – que desafios eles enfrentam? O que poderia irritá-los mais?
    2. Desenvolva uma personalidade de comprador para dar vida a esses usuários.
    3. Faça um palpite sobre o que eles lêem (publicações do setor, sites, blogs) que eles podem ler e visite esses sites para ver quais tópicos estão em alta.

    Depois de responder a essas perguntas, é hora de agregar sua lista de desafios / botões de atalho e tópicos do setor e desenvolver mensagens / proposições de valor para abordá-las com soluções e valor.

    Elaborando Mensagens-Chave Direcionadas

    Aqui está um exemplo (novamente, usando a empresa de serviços jurídicos sob demanda):

    • Botões de acesso identificados: sem tempo livre, orçamento pequeno, fluxo de caixa limitado.
    • Desafios identificados: infrações de conformidade, disputas com clientes.
    • Mensagem-chave: A XYZ oferece serviços jurídicos de nível empresarial para pequenas empresas, sem incorrer em despesas iniciais de capital ou precisar reter um advogado em tempo integral.
    • Proposta de valor: as pequenas empresas têm acesso imediato ao suporte legal necessário para cumprir as regulamentações relevantes, resolver disputas que de outra forma seriam caras e muito mais.

    Toda mensagem-chave e proposição de valor associada devem, no mínimo, especificar o comprador-alvo e o valor que recebem, conforme mostrado acima.

    Páginas da Web dedicadas e específicas do comprador

    Outra maneira de se relacionar com os compradores-alvo é bifurcar seu público-alvo em sua página inicial, direcionando os visitantes para páginas dedicadas a suas necessidades específicas. Para o escritório de advocacia, as páginas dos compradores podem incluir “Proprietário de empresa de pequeno porte”, “Capitalista de risco” e “Pequena divisão de grandes empresas”. Em cada uma dessas páginas, concentre-se no seguinte:

    1. Introdução – apele às suas necessidades, desafios e botões de atalho para mostrar a você o que eles estão passando.
    2. Solução – apresente sua solução (produtos / serviços) como resposta aos seus problemas; use diferenciação para destacar seus produtos das competições “.
    3. Valor – introduza o valor específico que suas soluções proporcionam a esse comprador-alvo e tente ajustar o valor ao seu ambiente de negócios específico.
    4. ROI – se possível, cite um exemplo de cliente e o ROI associado que eles receberam.

    Branding não é fácil … de jeito nenhum. É por isso que existem dezenas de profissionais de marca prontos para ajudá-lo a executar as funções descritas neste artigo. Como uma pequena empresa, é absolutamente imperativo que você faça mais com menos. Eu sei disso, como proprietário de uma pequena empresa. Eu sempre tenho que transformar água em vinho ou um quarto em dólar. É o que fazemos.

    Ser o mais direcionado possível com sua marca é outra maneira de fazer a mesma coisa. Você não tem recursos para ferver o oceano; escolha uma pequena enseada e aqueça-a. Quanto mais direcionado você conseguir com seus compradores-alvo, suas necessidades e o valor que você lhes oferece, mais poderá fazer com menos.

    Como um aparte, você pode estender suas práticas de marca direcionadas aos seus scripts de vendas, materiais colaterais, postagens no blog, estandes de eventos e assim por diante.

  • Entrevista: Al Ries

    Entrevista: Al Ries

    Quando fazemos um trabalho de Branding hoje em dia, é quase um passo natural do processo trabalhar o posicionamento da marca. Bem, não foi sempre assim. E nem faz tanto tempo que esse conceito foi criado.

    Os dois “pais” da ideia de posicionamento são Jack Trout e Al Ries, que nos anos 70 escreveram uma série de artigos que se transformaram no livro Posicionamento: A Batalha por sua Mente, considerado como o primeiro e mais importante livro de Marketing.


    O Sr. Al Ries hoje é dono de uma concorrida consultoria de marketing, junto com sua filha Laura Ries, a Ries & Ries, no estado da Georgia.
    Quando pedi a entrevista, achei que não conseguiria. Mas foi bem ao contrário. O Sr. Ries foi muito solícito e respondeu as perguntas muito amavelmente.
    Na entrevista abaixo, ele fala sobre os novos rumos do marketing, a importância do design num processo de marketing e mostra que conhece o Brasil mais do que alguns brasileiros.

    Você, junto com Jack Trout, são os pais do conceito de Posicionamento. Muitas ideias do seu livro são usadas por companhias desde então. Em que o advento da internet e medias sociais mudaram esse conceito?

    Existe uma grande mudança no conceito de Posicionamento, mas antes ,deixe-me explicar porque a internet e as medias sociais não afetaram a ideia de Posicionamento.Marketing tem 2 aspectos: (1) Estratégia e (2) Táticas. Posicionamento é puramente um conceito de estratégia. Ele não envolve as táticas de um programa de marketing. Por outro lado, mídias sociais são táticas, junto com outros meios, incluindo rádio, televisão, impressos e outdoors. É verdade que as táticas de marketing mudaram radicalmente com a introdução da internet, mas as estratégias não.

    Portanto, Posicionamento ainda é um conceito válido.Porém, houve um desenvolvimento importante que afetou meu entendimento em Posicionamento. Inicialmente, Posicionamento era um conceito completamente verbal. Mas hoje, ficou claro que não olhamos direito a importância dos aspectos visuais do marketing.

    Minha filha e parceira acaba de escrever um livro sobre esse assunti chamado “Visual Hammer” (Martelo Visual). O tema é: para colocar uma ideia de Posicionamento, uma ideia verba, na mente de um consumidor, você precisa de um martelo visual. O contorno da garrafa da Coca-Cola. O cowboy da Marlboro. Os arcos dourados do McDonalds.

    Hoje em dia, nós vemos pessoas e companhias levantarem-se do nada e vivarem companhias de bilhões de dólares, do dia para noite. Você acha que as novas mídias fazem ser mais fácil para pequenas empresas confrontarem gigantes? Como você vê esse processo?

    A nova mídia tem definitivamente feito possível para companhias aparecem do nada e se tornarem importantes e financeiramente poderosas do dia para a noite. Mas Google, Facebook, Instagram e dúzias de outras companhias não se transformaram em sucessos por conta de publicidade tradicional ou programas de marketing. Elas se tornaram bem sucedidas pelo uso de Relações Públicas.

    Isso é consistente com nossa filosofia, que é RP primeiro, propaganda depois, como recomendado em nosso livro “The Fall of Advertising and the Rise of PR” (A queda da Publicidade e a Ascenção do RP”

    A publicidade em suas formas mais clássicas, como revistas e comerciais de TV está perdendo sua importância? Qual o futuro dessas mídias?

    Publicidade está perdendo importância no lançamento de uma marca. Mas ainda é extremamente importante para a manutenção de uma marca, uma vez que ela se tornou bem sucedida. De novo, RP primeiro, Publicidade depois. Porque isso? Por que publicidade não tem a credibilidade entre consumidores, especialmente publicidade que tentar estabelecer uma nova marca. Relações Públicas tem credibilidade. Publicidade não.

    Depois que a marca está estabelecida, porém, a situação muda. Uma marca bem-conhecida como a Coca-Cola tem montes de credibilidade entre consumidores.

    O que você pensa sobre os novos mercados emergentes, como o Brasil? Quais são os desafios para comunicar produtos para esses mercados?

    O Brasil tem muito potencial. É um país grande, com uma grande população e muitos recursos naturais. Brasil deveria ser mais bem-sucedido do que é.

    Considere os fatos. América é o maior país da América do Norte. Alemanha é o maior país da Europa. China é o maior país da Asia. E o Brasil é o maior país da América do Sul.

    O Brasil deveria ser tão bem sucedido quanto a América Alemanha e China, mas não é. Por que será?

    O que você acha que uma companhia brasileira deveria fazer para construir uma marca de classe mundial?

    O problema básico é que a maioria das companhias brasileiras não pensam globalmente. Elas concentram seus recursos no mercado local e então assumem que se uma marca é bem-sucedida no Brasil, também vai ser bem-sucedida no mercado global. Não é verdade. Para construir uma marca global, você tem que pensar “globalmente”.

    Linguagem é um dos problemas. Inglês se tornou a segunda língua do mundo. Uma marca brasileira precisa de um nome que funcione bem em inglês, não apenas em Português.

    Segundo, uma marca brasileira precisa ser “a primeira em uma nova categoria”, não somente ter um produto melhor.

    Qual a importância do design gráfico em um processo de Branding?

    É extremamente importante criar um símbolo visual para uma marca. O que é um símbolo visual? Um símbolo que diga alguma coisa a respeito da marca. Pode ser uma marca registrada, mas mais frequentemente, não é.

    A garrafa com os contornos da Coca-Cola é a original, a autêntica cola.

    O cowboy diz que Marlboro é um cigarro “masculino”.

    Em um artigo recente, você disse que o termo correto para “marketing” deveria ser “branding”. Você acha que as companhias estão cientes da importância de construir suas marcas?

    O que eu quis dizer no artigo era que o gerenciamento tomou muitas das funções tradicionais de marketing, como vendas e pesquisa de produtos, e desenvolvimento, deixando o pessoal de marketing sem nada a não ser a função de “branding”. Eu não acho que seja necessariamente uma boa ideia; eu estava apenas pontuando o que eu acreditava ser um fato. (eu não conheço nenhum Chefe de Marketing que esteja também tomando conta das vendas, por exemplo).

    Você já esteve no Brasil? O Sr. conhece pessoas e/ou companhias daqui?

    Eu estive no Brasil mais de 20 vezes, começando em 1972, logo após de nossos artigos sobre Posicionamentos terem sido publicados em Advertising Age.

    Eu fiz uma apresentação sobre Posicionamento num seminário que durou três dias (começando as 5 da tarde e terminando as 9 da noite).

    O que foi interessante, os primeiros dois dias foram tomados por palestrantes brasileiros que argumentavam que Posicionamento estava errado. Eu achei isso estranho. Porque não fazer o contrário, primeiro ouvir o conceito e depois desmontá-lo.

    Nós também fizemos um trabalho de estratégia para companhias brasileiras, incluindo uma marca de tratores que chamamos “Maxion”, um exemplo de nome que faz sentido em inglês.

  • A interface Disney+ parece vazia, mas elegante em comparação com a Netflix

    A interface Disney+ parece vazia, mas elegante em comparação com a Netflix

    Enquanto a Netflix pode parecer confuso, o Disney+ parece limpo, mas tem muito menos conteúdo.

    Artigo de Julia Alexander. Originalmente publicado em The Verge.

    Photo: Walt Disney Company

    Navegando por uma demonstração do próximo serviço de streaming da Disney, Disney+, a coisa mais impressionante é o forte contraste com seu maior concorrente: a Netflix. Onde a Netflix está cheia de conteúdo tentando chamar a atenção dos assinantes, a Disney+ se sente relativamente estéril. Como a biblioteca de aplicativos da Apple TV, o serviço da Disney é quase cirurgicamente limpo em sua precisão de design. Mas as maneiras específicas pelas quais seu conteúdo é compartimentado podem ser divisórias.

    A diferença de densidade faz sentido: em 2018, a Netflix tinha aproximadamente 1.570 programas de TV e 4.000 filmes disponíveis para streaming. No lançamento, o Disney+ terá aproximadamente 500 filmes e 7.000 episódios de TV individuais. Mas enquanto o Netflix pode parecer um caos desorganizado, cada seção do Disney+ é dividida em seu próprio bolso, como a Apple TV. Sentada para uma prévia prática da Disney+ na D23, a convenção bienal da Disney em Anaheim, Califórnia – do outro lado da rua da Disneylândia – a diferença entre Netflix e Disney+ não poderia ter sido mais clara.

    Em parte, isso ocorre porque o próximo serviço da Disney tem objetivos diferentes. “De um nível técnico ou de interface do usuário, eu realmente não o comparei com a Netflix”, disse Michael Ver, o presidente dos serviços de streaming da Disney, Michael Paull.

    “Por princípio, queríamos uma experiência simples e elegante”, disse Paull. “Queremos facilitar as coisas. Não queremos que o produto atrapalhe o conteúdo “.

    “Simples” pode ser a melhor palavra para descrever o Disney+. Sua interface divide o conteúdo em linhas pelas quais as pessoas podem rolar com base em recomendações personalizadas, novos lançamentos e seleções selecionadas. A linha superior do aplicativo tem um carrossel com alguns títulos prioritários para percorrer, incluindo novos lançamentos teatrais que a Disney quer destacar (a Capitã Marvel apareceu na minha demo) e os originais da Disney+. Há também uma linha de programas e filmes em destaque que serão organizados internamente, de acordo com Paull. No momento, é composto principalmente por grandes lançamentos teatrais e clássicos da Disney, mas isso pode mudar, disse Paull. Da mesma forma que a Netflix começou a usar sua seção em destaque para destacar principalmente o conteúdo original, há uma boa chance de os originais da Disney+ ocuparem a maior parte dessa linha.

    A parte mais óbvia e interessante da página inicial da Disney + é uma seleção de subseções da Disney: Star Wars, Disney, Pixar, Marvel e National Geographic. É claro que é assim que a empresa deseja que as pessoas usem o aplicativo, para conhecer suas marcas ou franquias favoritas. As pessoas “geralmente sabem no que estão interessadas” quando abrem o aplicativo, disse Michael Cerda ao The Verge, vice-presidente de produtos da Disney+. Se você está procurando conteúdo de Guerra nas Estrelas, como a nova série spinoff Mandalorian, ou os poucos filmes da Marvel com os quais Disney+ será lançado, as pessoas os querem no mesmo espaço, continuou ele. Pense nessas subdivisões como aplicativos quase inteiramente separados. Eles hospedam coleções de títulos de todas as franquias e marcas que a Disney deseja destacar. Os Simpsons, por exemplo, tem uma seção enorme. As pessoas podem entrar nessa área e percorrer cada temporada para encontrar um episódio para assistir. É semelhante à forma como os programas no Hulu operam.

    É nessas áreas específicas da coleção que os designers da Disney+ ganham o que merecem. Todo filme ou programa de TV tem uma bela página traseira para receber os espectadores. Veja a Capitã Marvel como exemplo: clicar no filme abrirá uma página separada com algumas opções, incluindo a capacidade de ler detalhes sobre o filme (elenco e assim por diante) ou percorrer outros títulos recomendados. Os usuários também podem clicar em um ícone na parte superior da página para adicionar um título à sua fila. Os usuários de dispositivos móveis também poderão baixar filmes para visualização offline diretamente da página.

    Mas e se as pessoas não estiverem interessadas em apenas explorar o que a Marvel, Star Wars ou mesmo a National Geographic oferecem? O Disney+ também possui uma barra lateral que as pessoas podem usar para navegar entre séries de TV, filmes e a categoria Disney+ Originals, que hospedará filmes como o remake de Lady Live the Tramp, da Disney, que transmite exclusivamente ao vivo, ou séries como a próxima série spin-off da Marvel, Loki.

    O nome já causou alguma confusão online, no entanto. Veja Lady and the Tramp, que a Disney chama de “Filme Original” em seu pôster oficial. As pessoas no Twitter se perguntavam se essa designação significava o filme de animação original ou a nova adaptação em live-action. A questão da terminologia também surgiu com a equipe Disney+, diz Paull, mas ele não pôde comentar mais.

    Felizmente, essa é a única parte abertamente confusa do Disney+. Percorrer compartimentos separados por coleção pode parecer tedioso, mas não é. Ter seções diferentes significa que é mais fácil navegar sem encontrar o conteúdo tão avassalador quanto as coleções no Netflix e no Hulu – mas, novamente, isso ocorre em parte porque há menos conteúdo.

    A Disney também está investindo em recomendações personalizadas, que têm sua própria linha na página inicial. São necessárias recomendações para plataformas de streaming, especialmente à medida que elas continuam a crescer. A Netflix realiza aproximadamente 400 testes A / B em seu serviço a cada ano, apenas dedicado ao seu algoritmo de recomendação. Também causou frustração entre assinantes e criadores, que acusaram o algoritmo de recomendação da Netflix de não exibir programas ou filmes específicos. Isso não é um problema para Paull e sua equipe no momento, mas é algo em que eles estão pensando.

    “Tivemos a sorte de ter uma equipe bastante forte, focada na personalização e nas recomendações”, disse ele. “Nosso trabalho é difícil, mas não é tão difícil, porque nossa estratégia de conteúdo é sobre qualidade, não quantidade. Nosso conteúdo é sobre curadoria “.

    O foco na curadoria é um grande motivo pelo qual a empresa decidiu lançar uma seção de aplicativos para crianças separada dentro de sua plataforma. Decidir criar uma seção para crianças em um aplicativo em que nada será avaliado acima de 13 anos pode parecer desnecessário, mas Paull disse que há algumas razões pelas quais a equipe acha que isso é importante. Diferentemente da página inicial principal do Disney+, que é amplamente direcionada pelo texto sobre as imagens, a versão infantil é direcionada principalmente por fotos de personagens de filmes e programas de TV. Isso ocorre porque as crianças, especialmente as menores de sete anos, não leem realmente. Eles se associam a personagens, disse Paull. Portanto, o design é extremamente diferente: a seção é mais brilhante e mais borbulhante que a página inicial e está cheia de personagens da Disney.

    A outra razão é algo em que as pessoas podem não pensar no que diz respeito ao conteúdo da Disney: mesmo dentro da classificação acima de 13 anos, a Disney tem alguns filmes violentos para os quais as crianças podem não estar prontas. Avengers: Endgame, por exemplo, tem uma cena em que Hawkeye (Jeremy Renner) usa uma katana para cortar a garganta de um homem antes de matá-lo.

    É aí que entram os perfis individuais. O Disney+ tem um processo de criação de perfis em que os usuários navegam em uma seleção de avatares de seus filmes e programas de TV: heróis de filmes da Marvel, personagens de Star Wars e favoritos da Pixar. As contas podem ter até sete perfis, designados para crianças ou como contas padrão.

    O principal ponto de partida para se trabalhar com a Disney+ é que ela parece familiar. Entre o Netflix e o Hulu (para não mencionar os inúmeros serviços do nicho), os usuários de streaming se acostumaram a uma interface bastante padronizada e a um conjunto de recursos em plataformas de streaming. À medida que as guerras do streaming esquentam – enquanto a HBO Max da WarnerMedia, a NBCUniversal e até a Apple se preparam para lançar seus próprios serviços de streaming – parece que, além do preço e do conteúdo, a experiência do usuário será um dos maiores fatores para determinar quem aparece topo. Paull não discorda totalmente. A “interface do usuário é muito importante”, de acordo com Paull, que afirma que “ser capaz de criar um design adequado à marca e permitir que as pessoas encontrem a programação que desejam que não atrapalhe é incrivelmente importante”. A única coisa que ele discorda? O rótulo “streaming wars” para o próximo conflito entre serviços de conteúdo online.

    “Não vejo isso como uma guerra”, disse Paull, rindo. “Eu vejo isso como nada além de uma grande vitória para o consumidor.”

  • 4 Principais tendências de marketing para 2020 e além

    4 Principais tendências de marketing para 2020 e além

    Você sabe o que significa “SERP SEO” no universo do marketing? Você não está sozinho, mas está perdendo uma oportunidade.

    Artigo de Alp Mimaroglu. Originalmente publicado em Entrepreneur.

    Você acredita que é quase 2020? Quando comecei minha carreira de marketing há uma década, em 2009, mal podia imaginar o que estaria fazendo hoje como líder de marketing em uma organização empresarial …

    … especialmente com tecnologia. Mas a cada ano, inovações tecnológicas novas e inovadoras estão forçando os profissionais de marketing, como eu, a desenvolver nossas melhores práticas. O marketing digital, outrora o único jogo na cidade, deu lugar ao marketing multicanal; e hoje estamos nos aproximando rapidamente da era do marketing “omnichannel”.

    E isso pode ser avassalador: à medida que a taxa de inovação de marketing continua a acelerar, a maioria das organizações está tendo dificuldade em acompanhar. Mas a boa notícia é que novas maneiras de fazer as coisas trazem novas oportunidades. Aqui estão quatro principais tendências de marketing que vejo desenvolvendo entre as organizações para 2020 e além:

    1. Otimização para SEO on-SERP

    Já ouviu falar de resultados de clique zero? Você provavelmente já viu. Um resultado de clique zero é um resultado de pesquisa no qual o Google fornece automaticamente a resposta para a consulta de pesquisa na forma de um snippet automático.

    Por exemplo, se você digitar “Qual é a temperatura em San Francisco?”, O Google fornecerá automaticamente um resultado gerado por conta própria. Você realmente teria que rolar para baixo para ver os resultados do Google AdWords e os resultados da pesquisa orgânica.

    O Google preenche automaticamente os resultados de pesquisa para consultas muito mais amplas. Tudo, desde “O que é uma criptomoeda” a “Como criar um funil de marketing?”, tem um snippet que pode impedir que um pesquisador role para baixo para ver mais resultados.

    Por que isso é significativo? Porque 61,8% dos resultados de pesquisa no Google agora são resultados de pesquisa zero, de acordo com dados do Jumpshot. Como resultado, mais e mais palavras-chave estão se tornando menos lucrativas.

    Embora o snippet automático às vezes venha de um site que esteja em algum lugar na página 1 da página de resultados do mecanismo de pesquisa (SERP), as empresas não sabem como otimizar seu conteúdo para que o Google as escolha para quem disputar o mesmo local. Nem é necessário dizer que este é um desenvolvimento preocupante para qualquer empresa que comercialize ou anunciante no Google.

    Oportunidade: A marca que descobre o SERP SEO em primeiro lugar terá uma grande vantagem competitiva.

    2. Publicidade em alto-falantes inteligentes (e otimização para pesquisa por voz)

    Outro grande desenvolvimento nos últimos anos foi a proliferação de alto-falantes inteligentes. Em 2018, cerca de 56 milhões de palestrantes inteligentes foram vendidos para os consumidores, segundo o Social Report.

    No entanto, apesar do crescente número de famílias que questionam o Alexa, o Siri e o Google Home, as oportunidades de marketing e publicidade de palestrantes inteligentes têm sido escassas. Mas isso parece estar mudando.

    Em 2017, por exemplo, os usuários do Google Home perceberam que um anúncio universal do Disney’s Beauty and The Beast começou a ser reproduzido logo após os anúncios matinais programados, chamados briefings de flash. Esses tipos de anúncios eram raros e pouco freqüentes na época, mas agora estão crescendo em popularidade.

    Em 2019, estamos vendo exemplos melhores e menos invasivos de publicidade de marca em alto-falantes inteligentes. Uma das maneiras mais amigáveis ​​para os clientes de anunciar em palestrantes inteligentes é criar o que é chamado de “habilidade de marca”. Por exemplo, se você disser ao Alexa “Peça ao Patrón uma receita de coquetel“, a Alexa responderá com uma seleção diversificada de possibilidades, cortesia do fabricante premium de tequila. Essa estratégia funciona: Patrón recebe mais de 6.000 consultas por mês para sua habilidade com o Alexa, de acordo com Digiday.

    Oportunidade: experimente a abordagem de “habilidade de marca” para sua publicidade de marca, para um tom mais amigável ao cliente.

    3. Otimizando para pesquisa por voz

    A maioria das marcas pode não estar pronta para explorar a publicidade de alto-falante inteligente ainda. Mas, enquanto isso, eles devem explorar a otimização de seu conteúdo para pesquisa por voz.

    Segundo o Google, 20 por cento de todas as consultas de pesquisa do Google agora ocorrem por meio de pesquisa por voz. Ainda mais revelador é que 71% de todos os usuários móveis entre 18 e 29 anos usam assistentes de voz em seus smartphones, de acordo com o Thrive Analytics.

    Nem é necessário dizer que, provavelmente, faz muito sentido para todas as empresas começarem a otimizar seu conteúdo para busca por voz, não apenas grandes empresas. Há muitos conselhos de especialistas em marketing sobre como fazer isso, e parece que o consenso é que tornar o conteúdo mais conversacional faz o truque.

    Oportunidade: com a maioria das pesquisas acontecendo em smartphones, otimize para pesquisa por voz.

    4. Mais chatbots e, sim, ainda mais conteúdo!

    Por fim, como expliquei anteriormente, o conteúdo escrito não vai a lugar nenhum tão cedo. Não só é previsto que seja a atividade de marketing que trará o maior impacto comercial por três anos (de acordo com a Smart Insights), mas o conteúdo escrito também é o principal throughput dos chatbots, que deverão aumentar o uso em 2020 e além.

    De acordo com um estudo recente da Juniper Networks, à medida que os chatbots aumentam em popularidade e sofisticação, os varejistas podem cortar US $ 439 bilhões por ano e aumentar as vendas em US $ 112 bilhões até 2023. Com números como esse, não é muito difícil ver por que grandes organizações continuarão investindo em novos e mais úteis chatbots.

    Mas chatbots não são úteis apenas para grandes empresas. Qualquer empresa que tenha um site com tráfego pode se beneficiar de um chatbot simples que responde às perguntas mais comuns dos visitantes e ajuda a converter os visitantes em leads quentes.

    Oportunidade: os chatbots ajudarão você a reduzir custos.

    O marketing está mudando e os profissionais de marketing precisam mudar junto!

    Quando eu comecei no mundo do marketing, eu não imaginava que estaria ajudando a executar programas de transformação de marketing digital. Mas isso é o que é necessário para se manter competitivo no mundo do marketing do século XXI.

    É quase 2020; Você já pensou em alguma maneira nova e inovadora de gastar seus dólares de marketing? Ou como dobrar os canais de marketing que funcionam melhor para o seu negócio?

    Porque se você não o fizer, garanto que seus concorrentes o fizeram.

  • O mundo está se tornando pior ou melhor? E por que isso importa?

    O mundo está se tornando pior ou melhor? E por que isso importa?

    Artigo de Richard Sauerman. Originalmente publicado em TheBrandGuy.

    É fácil pensar que o mundo está piorando a cada dia. Basta assistir as notícias ou qualquer outro programa de atualidades na mídia.

    Os meios de comunicação concentram-se em eventos únicos “noticiáveis”, e os eventos únicos são frequentemente acidentes de avião, ataques terroristas, desastres naturais, guerras e assassinatos. Desenvolvimentos positivos, por outro lado, acontecem muito lentamente e raramente são manchetes na mídia obcecada por eventos. E assim desenvolvemos um senso distorcido da realidade, como a nossa percepção da pobreza mundial:

     

    A POBREZA É A MAIS BAIXA

    Na realidade, a pobreza mundial está no ponto mais baixo da história da humanidade, fato que apenas 12% das pessoas acertaram. Aqui está a imagem real quando se trata da pobreza no mundo:

    Em toda a linha, em questão de mortalidade, doenças e qualidade de vida, a vida está melhorando e melhorando para bilhões de pessoas. O Our World Data tem um monte de gráficos que ilustram como o mundo hoje é mais saudável, mais rico e melhor educado.

    O impacto disso em nossas vidas diárias é mais óbvio (de uma maneira sutil) quando se trata de nossa percepção de “segurança e violência”. Há uma percepção generalizada de que nosso mundo é inseguro e mais violento do que nunca. Como conseqüência disso, nós literalmente vivemos nosso dia-a-dia com medo. Medo de terrorismo, medo do crime, medo da segurança de nossos filhos, medo de depressão, doenças, destruição e morte.

    NÓS ESTAMOS VIVENDO MAIS DO QUE NUNCA

    Na realidade, estamos vivendo mais do que os seres humanos já viveram na face do planeta:

    Na realidade, as taxas de mortes por suicídio são as mais baixas desde 1990:

    Na realidade, as taxas de homicídio são as mais baixas que já foram na história da humanidade:

    Na realidade, as taxas de mortalidade infantil caíram para o seu nível mais baixo de sempre:

    Seja como for, o estado da humanidade está melhorando, e a maioria de nós não tem noção desse progresso. O pensador americano-canadense Steven Pinker explica isso em seu livro Enlightenment Now, e nesta entrevista:

    Grandes problemas permanecem, e não há razão para se tornar complacente. Atingir a redução mais rápida da mortalidade infantil é uma conquista tremenda, mas o fato de que uma em cada 13 crianças ainda morrerem com menos de 5 anos hoje é inaceitável.

    Por que é importante que o mundo seja melhor que nunca? Porque a maioria das pessoas acha que não é. E para a nossa história ser uma fonte de encorajamento, temos que conhecer a nossa história, e é por isso que o que nos contamos sobre a nossa história é importante.

    Nossas esperanças e esforços para construir um futuro melhor estão inextricavelmente ligados à nossa percepção do passado. Um olhar positivo sobre os esforços de nós mesmos e dos nossos concidadãos é uma condição vital para a criação de um futuro melhor. Precisamos saber que percorremos um longo caminho para melhorar as condições de vida e nossa qualidade de vida, porque saber que nosso trabalho vale a pena é uma condição necessária para o autoaperfeiçoamento.

     

     

  • NOVO VÍDEO no Canal Marcas com Propósito

    NOVO VÍDEO no Canal Marcas com Propósito

    Temos novidade para vocês lá no nosso canal! Hoje, no Marcas com Propósito, você verá o primeiro vídeo da série “Criando uma Marca”, e entenderá de que forma iniciar um processo de branding de forma que ele seja mais assertivo e produtivo. Acompanhe esta série especial nas próximas semanas

    Toda semana teremos novos conteúdos cobrindo o mundo das marcas, da publicidade e design. Venha conosco nessa nova jornada!

    Inscreva-se! Deixe seus comentários! Vamos conversar sobre Branding com Propósit(t)o!

     

  • LANÇAMENTO! Canal Marcas com Propósito

    LANÇAMENTO! Canal Marcas com Propósito

    Hoje é um dia muito especial para a Propósitto.

    Depois de muita preparação, estamos colocando nosso canal no ar. Nosso objetivo é atuar como uma fonte de conhecimento para que empreendedores possam entender como o branding, o design, e se comunicar de forma estratégica podem revolucionar os resultados de suas marcas.

    Toda semana teremos novos conteúdos cobrindo o mundo das marcas, da publicidade e design. Venha conosco nessa nova jornada!

    Inscreva-se! Deixe seus comentários! Vamos conversar sobre Branding com Propósit(t)o! (mais…)

  • ARQUÉTIPOS DE MARCA: Por que você deve criar a identidade de marca correta

    ARQUÉTIPOS DE MARCA: Por que você deve criar a identidade de marca correta

    É essencial identificar corretamente o arquétipo da marca para se conectar ao mercado-alvo e gerar fidelidade do cliente.

    Artigo de Helen Berners. Originalmente publicado em Breckenridge.

    Os 12 arquétipos da marca

    Identifique o arquétipo de sua marca nessa lista. Isso economizará muito tempo e dinheiro…

    1. HERÓI – seja o melhor


    Apela àqueles que amam um desafio. Você vai ajudá-los a subir para a ocasião. Se eles querem ser os melhores, só o melhor pode ajudar.
    Como: Breckenridge – A Agência de Crescimento, Forças Armadas, Mr Muscle.

    2. MAGIA – transforma sonhos em realidade

    Torne os sonhos mais loucos dos seus clientes realidade. Seu público será atraído para sua promessa de transformação em todas as suas formas deslumbrantes. Seja criativo e inspirador.
    Como: Disney, Tesla, SpaceX.

    3. SÁBIO- oferece uma visão e compreensão

    Para os buscadores da verdade e sabedoria. Prometo aprender, ensinar, conhecimento. Oferecer respostas a perguntas desafiadoras.
    Como: Google, National Geographic, TED.

    4. INOCENTE – promete simplicidade

    Seja honesto, aberto e otimista. Fale em linha reta. Sem truques. Seu público é atraído pela liberdade e felicidade.
    Como: Babybel, Toys R Us, Smoothies Inocentes.

    5. REBELDE – lidera uma revolução

    Seja destemido, radical, anárquico. Construa um culto. Polarizar. Vá contra o mainstream. Destaque-se da multidão.
    Como: Harley Davidson, Apple, a campanha Sauvage da Dior com Johnny Depp.

    6. BRINCALHÃO- tops em entretenimento

    Faça o seu público sorrir. Seja alegre. Brincalhão. Viva o momento.
    Como: Netflix, Domino’s Pizza, Doritos.

    7. AMANTE – encoraja a intimidade

    Atraia criando relacionamentos um-a-um. Mexa as emoções. Faça as pessoas se sentirem especiais. Ajude-os a celebrar seus momentos especiais.
    Como: Chanel No. 5, Godiva Chocolates, Victoria’s Secret.

    8. EXPLORADOR – apela aos espíritos livres

    Enganche aqueles amantes da liberdade / tomadores de risco com horizontes ilimitados. Seja na tendência. Ajude as pessoas a crescer. Incentive a individualidade, o autodesenvolvimento e a auto-suficiência.
    Como: GoPro – Hero 5, Levi’s, Jeep.

    9. PATRÃO- oferece poder absoluto

    Propostas com ofertas de alta qualidade. Luxo e exclusividade são irresistíveis.
    Como: Cartier, Savile Row, Mercedes-Benz.

    10. CUIDADOR – gosta de ajudar os outros

    Compassivo. Nutrindo de suporte. Garante proteção. Dá aos clientes uma vantagem competitiva.
    Como: Dove, Johnson & Johnson, Setor Público / Caridade.

    11. Pessoa “normal”- ajuda as pessoas a confiarem

    Com os pés no chão. Apela a todos os dados demográficos. Honesto. Pessoa confiável e ação orientada. Um do povo
    Como: IKEA, eBay, Sony.

    12. CRIADOR – ajuda a perceber visões

    Coloca idéias em ação. Inovativa. Individual. Pensa fora da caixa.
    Como: Honda, Lego, Instagram.